Líder e coordenador Rogério Marinho pede ao STF investigação sobre vazamento considerado seletivo das mensagens de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Na peça encaminhada ao Supremo, Rogério Marinho afirma que o objetivo da medida não é questionar a liberdade de imprensa
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(Brasília-DF, 25/05/2026) Nesta segunda-feira, 25, senador Rogério Marinho (PL-RN) demandou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que investigue o vazamento de dados do Inquérito 5026 que ele considera seletivo e que envolvem mensagens atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao empresário Daniel Vorcaro no caso Banco Master.
Marinho que é líder da oposição no Senado e coordenador da pré-campanha presidente do senador do Rio de Janeiro pede a apuração da origem do material divulgado, da cadeia de custódia do material e dos agentes que tiveram acesso aos elementos protegidos por sigilo judicial.
A representação destaca a divulgação pelo site “The Intercept Brasil” de trechos de mensagens “supostamente” extraídas de investigação sigilosa em tramitação na Corte sob relatoria do ministro André Mendonça. A peça afirma que a divulgação pública das conversas aponta possível “vazamento seletivo de informações protegidas por sigilo judicial”, especialmente diante do contexto de exposição política e eleitoral envolvendo o caso.
Na peça encaminhada ao Supremo, Rogério Marinho afirma que o objetivo da medida não é questionar a liberdade de imprensa, mas identificar a origem do vazamento e os responsáveis pelo acesso e divulgação do material sigiloso.
“O que se pretende é a apuração da origem do vazamento, da cadeia de custódia do material divulgado, dos agentes que tiveram acesso aos elementos sigilosos e da eventual utilização indevida de informações protegidas por sigilo para fins de constrangimento público, interferência política ou desequilíbrio do devido processo legal”, destaca o senador em trecho da representação.
Coordenador-geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho sustenta que “A liberdade de imprensa não elimina o dever estatal de apurar a origem de vazamentos de autos sigilosos”.
O documento pede a instauração de procedimento próprio para investigar o vazamento das informações supostamente extraídas da investigação em curso no STF e apurar eventual violação de sigilo funcional, quebra da cadeia de custódia e uso indevido de informações protegidas por segredo de Justiça.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)