Nordeste e Investimentos. Banco do Nordeste anuncia financiamento a energia renovável.
A Poítica Real está atenta.
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( Brasília-DF, 02/10/2007) A Política Real teve acesso. Os agricultores familiares nordestinos enquadrados nos grupos C, D ou E do Pronaf já podem contar com uma nova linha de crédito voltada para investimento em Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental, o Pronaf-Eco. Segundo o presidente do Banco do Nordeste, que operacionaliza a nova linha de crédito, Roberto Smith, o Banco está inserido na política do Governo Federal de priorização de novas fontes alternativas de energia renovável, e prevê a inserção dos agricultores familiares neste processo.
Informa o superintendente de Microfinanças e Programas Especiais do Banco do Nordeste, Stélio Gama, que a nova linha de crédito tem como finalidade financiar a implantação, utilização e recuperação de tecnologias de energia renovável, como o uso da energia solar, eólica e da biomassa, e de miniusinas de biocombustíveis, além da substituição de tecnologia de combustível fóssil por renovável nos equipamentos e máquinas agrícolas.
Por meio do Pronaf-Eco também serão apoiadas as atividades que utilizem tecnologias ambientais como estação de tratamento de água, de dejetos e efluentes, compostagem e reciclagem; bem como o armazenamento hídrico, como o uso de cisternas, barragens, barragens subterrâneas, caixas d’água e outras estruturas de armazenamento e distribuição, instalação, ligação e utilização de água. "Apoiaremos, ainda, pequenos aproveitamentos hidroenergéticos e projetos de silvicultura que implantem ou mantenham povoamentos com uma ou mais espécies florestais destinadas a uso industrial ou queima”, complementa.
CONDIÇÕES - O gerente do Pronaf e de Programas de Crédito Fundiário do BNB, Luis Sérgio Farias Machado, destaca que a nova linha de crédito oferece condições vantajosas, como taxa efetiva de 2% ao ano, para os produtores dos grupos C e D, e de 5,5% a.a. para produtores do grupo E. Não há cobrança de tarifas em ambos os casos. Os limites de endividamento individuais para os produtores dos grupos C, D e E são de R$ 6 mil, R$ 18 mil e R$ 36 mil, respectivamente.
No caso de crédito coletivo, aquele no qual um grupo de produtores solicita financiamento por meio de um único instrumento de crédito, para execução de um único empreendimento ou atividade que será explorada em comum por todos do grupo, o limite será de acordo com o projeto técnico e o estudo de viabilidade técnica, econômica e financeira do empreendimento, observado o limite individual por produtor.
( da redação com informações de assessoria)