Nordeste e Turismo. Estados nordestinos começam a sentir impacto da nova malha aérea.
Na Paraíba, tem parlamentar que vai ter que viajar de madrugada.
Publicado em
( Brasília-DF, 01/10/2007) A Política Real está atenta.
Na semana passada, a bancada federal baiana, a maior do Nordeste, foi quase toda em visita ao ministro da Defesa, Nélson Jobim, reclamar do impacto que as mudanças na malha área iria impor ao turismo naquele estado. Há informações que o trade aponta uma redução de mais de 30% no mercado com a redução dos vôos. O problema decorre do fato do aeroporto de Congonhas, no centro da Capital, não poder receber mais vôos com mais de 1 mil quilômetros.
Há casos exagerados, como o da Paraíba. Os vôos com destino a Brasília, no período da manhã, só vão poder sair de João Pessoa a partir das 2 h30. Eles têm que passar por Recife e só virão para a Capital Federal a partir das 5 h 30.
A maioria dos vôos vindo do Nordeste para Brasília tiveram alterações e devem gerar grandes transtornos neste primeiro momento. O ministro Nélson Jobim disse que a ANAC é quem deve decidir sobre novas mudanças feitas pelo Conselho Nacional de Aviação. As mudanças no controle da ANAC, onde Jobim não quer mais a manutenção de Milton Zuanazi no posto de principal gestor da agência, ainda devem esperar e com isso acertos na malha aérea.
( da redação)
Na semana passada, a bancada federal baiana, a maior do Nordeste, foi quase toda em visita ao ministro da Defesa, Nélson Jobim, reclamar do impacto que as mudanças na malha área iria impor ao turismo naquele estado. Há informações que o trade aponta uma redução de mais de 30% no mercado com a redução dos vôos. O problema decorre do fato do aeroporto de Congonhas, no centro da Capital, não poder receber mais vôos com mais de 1 mil quilômetros.
Há casos exagerados, como o da Paraíba. Os vôos com destino a Brasília, no período da manhã, só vão poder sair de João Pessoa a partir das 2 h30. Eles têm que passar por Recife e só virão para a Capital Federal a partir das 5 h 30.
A maioria dos vôos vindo do Nordeste para Brasília tiveram alterações e devem gerar grandes transtornos neste primeiro momento. O ministro Nélson Jobim disse que a ANAC é quem deve decidir sobre novas mudanças feitas pelo Conselho Nacional de Aviação. As mudanças no controle da ANAC, onde Jobim não quer mais a manutenção de Milton Zuanazi no posto de principal gestor da agência, ainda devem esperar e com isso acertos na malha aérea.
( da redação)