Pernambuco. Governo e Bando Mundial anunciam que vão acelerar liberação de recursos para escolas e saneamento.
A Política Real teve acesso.
( Brasília-DF, 28/09/2007) A Política Real teve acesso. A diretoria do Banco Mundial (Bird) e o Governo de Pernambuco estabeleceram hoje uma meta ousada para ser cumprida pelas duas instituições. Ficou acertado entre o governador Eduardo Campos e o Vice-Presidente da instituição para a América Latina e o Caribe, Makhtar Diop, o financiamento de US$ 300 milhões para as áreas de educação e saneamento será submetido ao Senado Federal até julho do ano que vem, antes, portanto, que o ambiente gerado pelas eleições municipais esvazie o Congresso e inviabilize a aprovação dos projetos.
"Normalmente, uma operação como esta leva três anos da concepção à autorização do financiamento. Mas, nós temos pressa, são áreas do estado que precisam de investimentos com a maior urgência e precisamos fazer o que estiver ao nosso alcance para agilizar os processos", disse Eduardo Campos, durante a reunião, na qual estiveram presentes técnicos do Governo do Estado e executivos do Banco Mundial. "Queremos fazer desta experiência com Pernambuco um piloto para outras operações do gênero. O que der certo, vamos replicar", acrescentou o senegalês Diop.
O estado de Pernambuco pleiteia dois financiamentos da ordem de US$ 150 milhões para melhoria da educação pública e para a universalização dos serviços de água e esgoto no estado. O estabelecimento de uma política de valorização do mérito para alunos, professores e escolas, além da melhoria da rede física são as linhas gerais da política para a educação. Em relação a saneamento, o objetivo é cumprir a meta do plano de governo de Eduardo, de universalizar os serviços até 2012 no que diz respeito à água e até 2018 no tocante ao saneamento.
Eduardo Campos, acompanhado pelos secretários Geraldo Júlio e Fernando Bezerra Coelho, e a diretoria do Banco Mundial, representada pelo diretor de Políticas Sociais para o Brasil, John Briscoe, reuniram-se por mais de três horas no edifício-sede do banco, em Washington. Durante o encontro, o governador noticiou a aprovação pela Comissão de Financiamentos Externos – COFIEX - do Ministério do Planejamento da autorização para que o estado e o Bird comecem a elaborar a carta-consulta, documento básico para análise de autorização do financiamento para a educação pela Secretaria do Tesouro Nacional, etapa prévia à submissão ao Senado.
"A meta agora é encurtar todos os prazos e os técnicos do governo encarregados das tarefas que são da nossa responsabilidade serão desobrigados de outros afazeres para dar dedicação exclusiva", disse o governador, enfatizando ser do interesse estratégico do governo o aprofundamento das parcerias com o Bird. "Nos reservamos metade do nosso espaço fiscal para estas parcerias", acentuou. Em resposta, os executivos do banco comprometeram-se a realizar até o final deste ano todos as tarefas a eles confiadas, já programadas para ser executadas até abril do ano que vem.
O encontro com a direção do Banco Mundial foi o último compromisso oficial de Eduardo Campos durante a estada de quatro dias do governador e de sua equipe nos estados Unidos. "Considero este um fecho muito positivo, pois estabelecemos metas ousadas e o compromisso de ir em busca dos resultados", afirmou Eduardo ao final da reunião, durante a qual foi feito ainda um balanço do andamento dos dois projetos financiados pelo Banco em Pernambuco durante a gestão socialista – o Prometrópole e o Eduq.
"Os desembolsos feitos nestes oito meses superam tudo o que foi empregado em três anos e meio. Isso mostra o foco do governo", comentou o secretário de Planejamento e Gestão, Geraldo Júlio. O diretor John Briscoe elogiou a disposição e deu ainda o testemunho de que as obras do Prometrópole ganharam, além de ritmo, qualidade. "Nossa equipe de campo está muito satisfeita com o acabamento e a qualidade dos materiais empregados", afirmou.
( da redação com informações de assessoria)
Nordeste e Investimentos. L. Carlos Ewerton de Farias assume diretoria de Controle do BNB
Ele foi Presidente da Codevasf até pouco tempo.
( Brasília-DF, 28/09/2007 ) O presidente do BNB, Roberto Smith, empossou hoje, 28, o novo Diretor de Controle Risco do Banco do Nordeste, o piauiense Luiz Carlos Everton de Farias, funcionário de carreira da Instituição há 28 anos e ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf). A solenidade, realizada no auditório do Gabinete da Presidência do BNB, em Fortaleza, foi prestigiada pelo governador do Piauí, Wellington Dias, pelo secretário de Planejamento daquele Estado, Sérgio Miranda, e pelo deputado federal Nazareno Fonteles, entre outras autoridades, além de funcionários da Instituição.
A Diretoria engloba a Área de Controles Internos, Segurança e Riscos Operacionais, que tem como atribuições desenvolver estratégias para identificar, avaliar e reduzir os riscos operacionais da empresa; assegurar o cumprimento das normas legais e regulamentares; e definir as ações de segurança corporativa, desde a patrimonial e pessoal até a segurança da informação.
"Espero com minha experiência pública poder contribuir para a agilização dos processos e ampliar a gestão de risco no Banco, um conceito ainda novo para as empresas. Vamos blindar a Instituição e dar a segurança que ela precisa para alcançar seus objetivos", declarou o diretor.
QUEM É - Luís Carlos Everton é graduado em Gestão em Tecnologia da Informação, pela Universidade do Planalto -Uniplan. Foi Presidente da Codevasf de março/2004 a abril/2007 e gerente das agências do BNB em Piripiri (PI), Caxias (MA), Teresina e Salvador. Atuou também como secretário do Conselho de Direção do Ministério do Desenvolvimento Agrário e como assessor desse Ministério.
( da redação com informações de assessoria)