31 de julho de 2025
Brasil e Economia

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil atenção para dados do IBGE sobre emprego e estatísticas fiscais do BC

Veja os números

Publicado em
Mercados globais em positivo

(Brasília-DF, 29/09/2023) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos informando que os mercados globais estão em alta e no Brasil dados de emprego de agosto pelo IBGE e de estatísticas fiscais pelo Banco Central.

Veja mais:

Nos Estados Unidos, os futuros estão em alta nesta sexta-feira (S&P 500: +0,5%; Nasdaq 100: 0,7%), na expectativa da divulgação do deflator PCE, medida de inflação preferida pelo Fed. O governo se encontra na iminência de um shutdown: o Congresso americano aprovou apenas 3 das 12 leis orçamentárias necessárias para evitar uma paralisação, que tem grande chance de começar em 1° de outubro. A taxa da treasury de 10 anos cai após atingir nova máxima em 15 anos, e negocia próxima a 4,54%.

Na Europa, os mercados operam em alta (Stoxx 600: 1,2%), refletindo dados de inflação benignos. A inflação da Zona do Euro caiu para o menor nível desde outubro de 2021, 4,3% no acumulado em 12 meses. As taxas europeias sobem com elevação da projeção oficial de déficit na Itália.

Na China, a bolsas tiveram comportamento misto. O índice de Shangai cai levemente (CSI 300: -0,3%), enquanto a bolsa de Hong Kong teve alta expressiva (HSI: 2,5%) com alta impulsionada por preços de ações de consumo cíclico e do setor imobiliário.

IBOVESPA +1,23% | 115.731 Pontos.    CÂMBIO -0,10% | 5,04/USD

Ibovespa

O Ibovespa teve alta de 1,2%, fechando o dia aos 115.731 pontos. O dia positivo foi em linha com os índices americanos, que subiram com um alívio na taxa de juros das Treasuries de 10 anos que fechou em 4,58%. Essa queda foi motivada pela divulgação do PIB americano e dados de emprego abaixo do esperado, reforçando que a maior economia do mundo está desacelerando. Além disso, uma queda do preço do petróleo tipo Brent também aliviou uma pressão inflacionária na economia global.

Renda Fixa

A curva de juros reverteu a tendência apresentada nas últimas sessões e encerrou em queda. Tal movimento seguiu o alívio das Treasuries, considerado como ajustes técnicos após a escalada de seus rendimentos. Localmente, a declaração de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, reforçou as apostas do mercado de que a entidade não deve acelerar o ritmo de cortes da Selic. DI Jan/24 passou de 12,275% para 12,26%; DI Jan/25 saiu de 10,895% para 10,94%; DI Jan/27 oscilou de 11,05% para 10,935%; e DI Jan/29 variou de 11,55% para 11,39%.

Economia

No Brasil, teremos a divulgação dos dados de emprego de agosto pelo IBGE e de estatísticas fiscais pelo Banco Central.

Na agenda internacional, destaque para a divulgação do deflator do PCE, a medida de inflação favorita do Fed. A inflação na Zona do Euro surpreende para baixo.

 

(da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)