31 de julho de 2025
Brasil e Poder

COMENTÁRIO DO DIA: Para inglês ver!

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( Publicada originalmente às 08h 45 do dia 24/02/2021) 

(Brasília-DF, 25/02/2021) A manhã começou com um belo sol em Brasil. Não deve chover após dias seguidos de precipitação.

O Presidente Bolsonaro cumpre agenda no Acre que vive dificuldades que talvez ele não vá poder ajudar.

Atenções para o Judiciário depois de decisão favorável ao senador Flávio Bolsonaro. No Congresso haverá trabalho tanto na Câmara como no Senado.

O senador Davi Alcolumbre deverá ser eleito para o comando da importante Comissão de Constituição de Justiça enquanto Rodrigo Maia diz que a MP da Eletrobrás é papo furado.

Pois bem... e o Centrão, heim?!

 

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COMENTÁRIO

O Centrão pode muita coisa mas não pode tudo. Não dá para de uma hora para outra , num passe de mágica, transformar um governo desorganizado em algo legal.

O acordo público de Rodrigo Pacheco e Arthur Lira foi pelo novo auxílio emergencial já, mais vacinas e, de quebra, as tais  reformas. Vieram o caso Daniel Silveira e a Petrobras para espalhar o que os profissionais ajuntavam.

Pacheco queria votar a PEC da Emergência, logo em dois turnos, nesta quinta-feira. Ela que é vendida como a medida certa. Não vai conseguir, pois a proposta quer tirar vinculação orçamentária certa de recursos para educação e saúde. Em tempos de pandemia, isso não dá certo.

Arthur Lira, num docinho dado ao mercado, disse que iria votar a reforma administrava, por completo, até o final de março. O mercado já viu que Lira dá conta de muita coisa, mas essa proeza é pouco provável.

Nessa terça-feira, Bolsonaro levou ao Congresso, num ato simbólico, uma Medida Provisória que aumenta o capital da Eletrobras, a jóia da coroa da privatização brasileira. Quem conhece operações deste tipo diz que a iniciativa é legal. Foi surpresa, foi surpresa.

Foi uma bóia atirada a Paulo Guedes, que se afogava com o seu liberalismo.

Bolsonaro mais uma vez coloca o Centrão à prova. Como Bolsonaro, eles podem muito, mas não podem tudo!

Foi Genésio Araújo Jr, de Brasília

( da redação)