31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Flávio, derrotado, diz que pedirá anulação das eleições: 'impossível reconhecer o resultado'

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Por Politica Real com agências
Publicado em

(Brasília-DF, 25/10/2026) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado na disputa presidencial não cumpriu a praxe de candidato derrotado realizar um discurso reconhecendo a derrota. O senador afirma que é "impossível reconhecer o resultado das eleições".

O senador afirma ser "inaceitável" um ministro da Suprema Corte "dar uma canetada e mudar a regra do jogo".

"É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar nosso jurídico. Vou pedir anulação dessas eleições", afirmou Flávio.

"Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil. Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversas cidades de diferentes estados", diz ele.

"O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal. Foi algo inaceitável. Pela primeira vez na história, uma canetada muda a regra do jogo", declarou.

Flávio alegou ainda que houve "quebra total de isonomia" entre eleitores de diferentes estados e afirmou que não saberá quantos votos poderia ter recebido nas regiões em que as urnas não tiveram o horário de votação prorrogado.

Ele diz que acionará o jurídico da campanha para pedir a anulação dessas eleições. "Não vou aceitar que a regra do jogo tenha sido mudada em cima do jogo, mais uma vez pelos amigos do Lula no Supremo Tribunal Federal."

A campanha de Flávio fez um pedido formal pela prorrogação das eleições, assim como a de Lula.

O pedido de Lula alegava que a redução das frotas de ônibus em algumas cidades dificultou o processo eleitoral. A campanha petista pediu a prorrogação em algumas cidades de diversos estados, dentre eles, São Paulo e Bahia.

Já a campanha de Flávio pediu a prorrogação da votação em São Paulo e algumas cidades do Sul, devido às fortes chuvas que atingiram a região de ontem para hoje.

O pedido da campanha petista foi sorteado no STF e caiu com o ministro Cristiano Zanin, que decidiu pela prorrogação em todo o país.

( da redação com informações de assessoria e agências. Edição: Política Real)