31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Ministro do TSE concede liminar e barra nova suspensão do canal 'Exército do Lula'

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Por Politica Real com agências
Publicado em
Floriano de Azevedo Marques Foto: Arquivo da Política Real

(Brasília-DF, 23/10/ 2026). Nesta sexta-feira, 23, ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido da campanha do presidente Lula e barrou a suspensão do canal "Exército do Lula", no WhatsApp.

Mais cedo, a equipe do petista havia entrado com um pedido ao TSE para tentar impedir uma nova suspensão do canal. Veja a decisão AQUI .

Marques concedeu liminar parcial em mandado de segurança para suspender os efeitos das ordens da Presidência do TSE, já proferidas ou que venham a ser proferidas, que levem à suspensão do canal.

Na manhã desta sexta, o deputado federal André Janones (Rede-MG) havia afirmado que o canal criado por ele no WhatsApp para mobilizar apoiadores do presidente Lula poderia sair do ar.

“Nosso canal deverá cair do ar ainda hoje, próximo ao horário do debate, por decisão do TSE. Com isso, o resultado de domingo volta a ser incerto”, escreveu.

Mas em uma nota divulgada nesta sexta-feira , 23, o TSE afirmou que não determinou e não pretende determinar a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar.

"Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos", disse o tribunal.

O receio de Janones segue uma série de decisões do ministro Kassio Nunes Marques sobre o funcionamento do canal no WhatsApp.

Na última decisão sobre o caso, o presidente do TSE deu 24 horas para Meta, Google e X prestarem esclarecimentos sobre suspeitas de ações coordenadas nas redes sociais a partir do “Exército do Lula”.

A determinação foi assinada na quinta-feira (22/10), após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo a equipe do candidato, o canal estaria orientando apoiadores a divulgar hashtags em horários determinados, reproduzir mensagens prontas e realizar buscas coordenadas no Google.

Em um dos exemplos citados pelos advogados de Flávio, Janones teria orientado integrantes do canal a pesquisar no Google a frase: “Bolsonaro mandou matar Lula”.

 

( da redação  com  informações de assessoria e agências.  Edição:  Política Real)