31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Nunes Marques e André Mendonça receberam representantes da Meta, que comanda Instagram, Facebook e WhatsApp

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Por Politica Real com assessoria
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Nunes Marques, recebe Meta, no TSE. Foto: Antonio Augusto/STF

(Brasília-DF, 15/10/2026) Nesta quinta-feira, 15, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu na Corte  representantes da Meta — empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp — para debater as ferramentas utilizadas pela empresa que podem contribuir para o período eleitoral brasileiro. O vice-presidente do TSE, ministro André Mendonça, também participou do encontro.

Na pauta, estavam o mau uso de inteligência artificial (IA) nas plataformas e a preservação de dados das mensagens em canais de WhatsApp. Os dois temas são objeto de ação no Tribunal.

A Meta informou que, a partir da noite da última terça-feira, trabalhou no aperfeiçoamento de filtros da Meta AI. Segundo a empresa, nesta semana, as duas campanhas foram impactadas pela geração de conteúdos de inteligência artificial considerados inadequados. Os critérios sobre o uso de IA nas eleições foram estabelecidos nas Resoluções do TSE; a forma de aplicação deles foi detalhada pela Meta no plano de conformidade que enviou ao Tribunal.

Para o TSE, a preocupação é promover uma “paridade de armas” entre os candidatos para que o eleitor possa escolher livremente.

Os ministros, nessa tocada, trouxeram também o tema do uso dos canais de WhatsApp para promover conteúdo eleitoral.

A Meta informou que, de acordo com a política da empresa, as mensagens enviadas nos canais não são criptografadas. Dessa forma, em cumprimento à decisão do ministro Kassio Nunes Marques na Petição Cível (241) nº 0602791-73.2026.6.00.0000 (PJe), os metadados das publicações feitas nos canais de WhatsApp usados para fins de campanha e que sejam objeto de ações na Justiça Eleitoral serão preservados e fornecidos em caso de ordem judicial.

A empresa se comprometeu ainda a empenhar os esforços necessários para vedar eventuais impulsionamentos de conteúdos de propaganda eleitoral feitos com moeda estrangeira e por apoiadores.

( da redação com informações e textos de assessoria. Edição: Política Real)