31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Imprensa europeia avalia aprovação do fim da escala 6x1 como vitória de Lula

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Por Politica Real com agências
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Lula teve destaque no jornal britânico Foto: X Financial Times

(Brasília-DF, 15/10/2026). Nesta quinta-feira, 15, os principais jornais da Europa noticiaram  a aprovação, pelo Senado, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, em meio à campanha eleitoral para a Presidência da República que opõe o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

No Reino Unido, o jornal The Guardian destacou que o "Brasil reduziu a jornada de trabalho para 40 horas semanais", o que é "uma vitória para Lula antes do segundo turno". O texto afirmou ainda que a medida pode afetar até 30 milhões de pessoas.

Na Espanha, o jornal El País também sublinhou que se trata de uma vitória política para Lula às vésperas da eleição que coloca frente a frente o presidente e Flávio Bolsonaro. "Dezenas de milhões de trabalhadores conquistam um segundo dia de folga no Brasil", afirmou o periódico. A aprovação da PEC no Senado se deu "por goleada de 75 a 1", escreveu o jornal espanhol.

Na mesma linha foi o diário britânico de finanças Financial Times, que titulou "em vitória para Lula, Brasil acaba com semana de trabalho de seis dias". A decisão dos senadores cumpre "uma promessa central do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pouco mais de uma semana antes de o político de esquerda enfrentar um segundo turno eleitoral".

Na Alemanha, a emissora de rádio Deutschlandfunk noticiou que "o Brasil acaba com a semana de seis dias" e que "a emenda constitucional foi apoiada na votação por todos os campos políticos – mas, em especial, pelo presidente Lula, que, ao que tudo indica, espera obter com isso uma vantagem no segundo turno da eleição presidencial contra seu adversário, Flávio Bolsonaro".

Na França, o jornal Le Figaro observou que "o presidente de esquerda Lula aposta nesta reforma para reduzir a diferença em relação ao senador conservador Flavio Bolsonaro, tendo em vista o segundo turno da eleição presidencial".

( da redação com informações de assessoria e DW. Edição: Política Real)