Campanha de Flávio Bolsonaro reage a nota do TSE afirmando que não há fake News no canal “Exército de Lula”
Campanha de Flávio Bolsonaro divulga nota
Publicado em
(Brasília-DF, 12/09/2026) Na tarde desta segunda-feira, 12, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, divulgou nota após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgar nota técnica informa de que não foram identificadas noticias falsas, Fake News, no canal “Exército de Lula”.
A campanha afirma que André Janones (Rede-MG), que comanda o grupo usou de comandos para excluir as notícias falsa e critica a decisão do ministro Villas Boas Cueva.
Veja a nota:
NOTA DA CAMPANHA DE FLÁVIO BOLSONARO
É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada
disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado
pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como
também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles
da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.
As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.
Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida
por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante
do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral.
Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência
para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor. Ao Corregedor, compete
analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade
firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus
canais para fins ilícitos.
O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse
seja o objetivo de todos.
O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)