31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Lula diz que sua campanha defende educação e cultura para as crianças enquanto que seu adversário defende mais armas

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Por Política Real com redes sociais
Publicado em

(Brasília-DF, 12/10/2026) Nesta segunda-feira, 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, falou com a imprensa, à frente do Palácio do Alvorada para falar sobre a Padroeira do Brasil e sobre o Dia das Crianças.

Lula disse que sua visão é de dar educação e cultura para as crianças enquanto a outra campanha defende mais uso de armas.

Veja o teor da fala:

Aquela fotografia daquele menino com a arma e colocamos do lado daquela menina com o livro na mão é o fenômeno da diferença do que está em disputa nesse país, o que está em disputa.

De um lado, você acha que a solução do problema do Brasil é daqueles que usam a arma na mão, apontando metralhadora, fazendo todas essas coisas, e do outro lado nós que acreditamos que a educação, que a cultura, que a leitura, que a arte, que o cinema, que biblioteca.

É por isso que cada conjunto habitacional, se vocês não sabem, é importante saberem, cada conjunto habitacional agora tem uma biblioteca, porque a gente quer que as crianças aprendam a ler.

Então, cada conjunto agora vai ter uma biblioteca.

Crianças no Governo Lula 3 conforme a campanha:

Confira:

VACINAS – A cobertura vacinal no país deu um salto no governo Lula. O país deixou a lista das 20 nações com maior número de crianças sem vacinação básica e passou a ser citado como exemplo de recuperação, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Unicef. Entre 2023 e 2025, o número de crianças “zero-dose”, que não tiveram sequer a primeira etapa da vacina pentavalente, caiu de cerca de 360 mil para 50 mil, redução próxima de 90%.

Em comparação com 2022, todas as vacinas apresentaram crescimento. A pentavalente passou de 77,33% para 88,82%; a pneumocócica, de 81,60% para 92,94%; a poliomielite, de 77,30% para 87,51%; e a tríplice viral, de 80,79% para 92,94%, aproximando novamente o país da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. A recuperação da cobertura vacinal mostra a retomada de uma política pública construída ao longo de décadas, baseada em evidências científicas e reconhecida mundo afora.

SAÚDE – A cobertura da atenção primária à saúde foi crescente. Era 88,8% em 2022 e passou para 98,7% da população. Este indicador é crucial porque as equipes podem colaborar em várias políticas simultaneamente: alerta para risco de violência contra crianças; incentivo à matrícula na creche e aleitamento materno; cuidados com a alimentação, entre outras. É de responsabilidade da Atenção Primária à Saúde, por exemplo, o Programa Saúde na Escola, que promove ações de prevenção, promoção e atenção à saúde para os estudantes das escolas públicas. São 104 mil escolas de 5.543 municípios que aderiram à iniciativa, beneficiando 26,9 milhões de alunos.

EDUCAÇÃO – O percentual de atendimento em pré-escola da população de 4 a 5 anos chegou a 84,8% no ano passado (5,1 milhões de matrículas), tendo saído de 79,9% há 4 anos. O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada atingiu 66% de alfabetização na idade certa em 2025, superando a meta nacional estabelecida. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – de 2023 a 2025 – alcançou o melhor resultado em 20 anos, ou seja, foi o melhor desempenho da série histórica, iniciada em 2005. Nos últimos três anos, em uma escala de 0 a 10, o Ideb do ensino fundamental passou de 6 para 6,3, nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano). O ECA digital, implementado nessa gestão, ampliou a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

CELULAR – A restrição do uso de celular nas escolas, definida por lei no governo do presidente Lula, está melhorando o aprendizado e o convívio de nossas crianças e adolescentes.

CONECTIVIDADE – O país saltou de 44% para 74,5% no percentual de escolas conectadas dentro do padrão adequado para fins didáticos. Temos o compromisso de universalizar.

MERENDA ESCOLAR – A merenda escolar voltou a ser prioridade. Atende 40 milhões de estudantes em 146 mil escolas. Após seis anos de congelamento nas gestões anteriores, houve aumento médio de 55% do valor por aluno.

TEMPO INTEGRAL – O cuidado virou um direito, via Política Nacional de Cuidados, criada e depois sancionada pelo presidente Lula em 2024. Creches e cuidotecas, escolas em tempo integral, são algumas ações que integram o plano. Além das matrículas nas escolas de tempo integral, que chegaram a 1,8 milhão desde 2023, o objetivo nos próximos 4 anos é ter oferta de vagas para todas as crianças da rede pública. A escola em tempo integral garante aprendizado, proteção e desenvolvimento integral para crianças e adolescentes — e reduz a sobrecarga diária das famílias, especialmente das mães. O mesmo vale para as creches. O Plano Nacional de Cuidados tem como meta a criação de 100 mil novas vagas, com atenção especial para mães solo.

INFRAESTRUTURA – No governo Lula, a primeira infância voltou a ser prioridade também no plano da infraestrutura. Pelo Novo PAC são 3.562 creches e escolas infantis em 2.360 municípios. Houve ainda a retomada de 5.967 obras paralisadas na educação básica em gestões passadas. O resultado é o crescente percentual de atendimento em creches da população de 0 a 3 anos desde 2023, que saiu de um patamar de 32,8% em 2022 e foi para 38,2% em 2025.

CUIDOTECAS – Uma inovação do governo Lula foi a criação das cuidotecas. São espaços públicos e gratuitos de acolhimento de crianças de 3 a 12 anos, com e sem deficiência, em horários fora da jornada escolar (noite, fins de semana, feriados). Esses locais permitem que mães estudantes e trabalhadoras – muitas das quais são jovens negras e periféricas – acessem cursos de formação profissional, empregos e outros serviços. A meta é chegar a 300 cuidotecas instaladas até o fim de 2026. As cuidotecas nas universidades e institutos federais têm se mostrado importantes na permanência estudantil.

PROTEÇÃO SOCIAL – No Brasil, 8,5% da população, ou mais de 18,3 milhões de pessoas, estão na faixa etária até os seis anos. A maioria delas, 11,35 milhões, pertencem a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais, segundo os dados de julho de 2026. Ou seja, 62% vivem em lares com até meio salário mínimo de rendimento mensal por pessoa (linha de entrada no CadÚnico).Por isso, a proteção social é tão importante para essas famílias.

BOLSA FAMÍLIA – Ao retomar o Bolsa Família, em março de 2023, o governo Lula priorizou a infância no novo modelo do programa. Foram criados os adicionais para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, no valor de R$ 50, além do benefício extra de R$ 150 para a primeira infância. Neste mês de outubro, com o reajuste nos valores do programa, os adicionais passam para R$ 58 e R$ 173. E o Benefício de Renda de Cidadania, pago a cada integrante da família, passa de R$ 142 para R$ 164.R$ 142 para R$ 164.

O impacto foi imediato: no mês seguinte à implementação do Benefício Primeira Infância representou um aumento de 30% do benefício médio para as famílias que têm crianças entre zero e seis anos, conforme estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Sem o programa, 81,8% das crianças de zero a seis anos estariam em situação de pobreza em 2023. Com ele, apenas 1,1% permaneciam nessa condição em 2025. O percentual de gestantes com 7 ou mais consultas de pré-natal saltou de 74% para 79% entre 2022 e 2024. Na educação: assegurar frequência mínima de 60% para crianças de quatro a seis anos e de 75% para estudantes de seis a 18 anos que ainda não concluíram a educação básica.

 

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)