31 de julho de 2025
GRANDES FORTUNAS

REAÇÃO: Após Elon Musk virar “trilionário”, políticos reagem e defendem imposto contra grandes fortunas

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Por Politica Real com agências
Publicado em
Grandes Fortunas merecem tributação especial?! Foto: Vermelho

(Brasília-DF, 12/06/2026) Após a confirmação de que o CEO da SpaceX, Elon Musk, foi confirmado como o primeiro trilionário do Planeta começam as manifestações de políticos.

A senadora democrata Elizabeth Warren, de Massachusetts, defendeu a criação de um imposto sobre grandes fortunas após a estreia da SpaceX na bolsa.

"Uma família americana típica teria de trabalhar por mais de 11 milhões de anos para acumular a riqueza de Elon Musk. Precisamos de um imposto sobre a riqueza", afirmou Warren em publicação no X.

Já o senador independente Bernie Sanders, de Vermont, defendeu que os Estados Unidos "eliminem o teto da renda sujeita à tributação", argumentando que Musk "contribui para a Previdência Social com o mesmo valor que alguém que ganha US$ 184.500 por ano".

"Se acabarmos com esse absurdo... poderemos garantir a solvência da Previdência Social por 75 anos e ampliar os benefícios em US$ 2.400", escreveu Sanders na mesma rede social.

Brasil

Os políticos brasileiros mais de esquerda também comentaram o fato de Musk ter se tornado um trilionário

A deputada Érika Hilton disse sobre o exagero da situação:

“Um único ser humano acumulou mais de um trilhão de dólares em patrimônio. Um patrimônio capaz de acabar com a fome, a sede e as doenças do mundo. Mas nem a cura pra calvície Elon Musk financiou. Isso é sintomático dum sistema econômico no qual a acumulação é o objetivo em si. Os donos do sistema exploram a terra e a mão-de-obra humana pra acumular poder econômico e, então, usar esse poder econômico para acumular ainda mais poder econômico. É uma corrida de ratos, soltos em uma ilha com recursos abundantes, interessados apenas em consumir até que nada reste. Essa ilha é o nosso planeta, e está na hora dos seus habitantes pegarem a vassoura.”, disse.

( da redação com informações de agências e redes sociais. Edição: Política Real)