31 de julho de 2025
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Confiança do consumidor recuou em maio, informa FGV-IBRE

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Por Politica Real com agências
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FGV divulga card Foto: Imagem do site da FGV-IBRE

(Brasília-DF, 25/05/2026)  Na manhã desta segunda-feira, 25, a FGV-IBRE divulgou o seu Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE que recuou 0,3 ponto em maio, para 88,8 pontos, após duas altas consecutivas. Na média móvel trimestral, o índice avançou 0,9 ponto, para 88,7 pontos.

“Após dois meses de alta, a confiança do consumidor recua moderadamente num movimento de acomodação. A queda foi influenciada pela revisão das expectativas para os próximos meses combinada com uma avaliação ainda favorável sobre o presente, que levou o indicador que mede a percepção sobre a situação corrente a manter o maior nível desde final de 2014. Entre as faixas de renda, consumidores que recebem até R$ 4.800,00 sinalizam uma piora das expectativas futuras, indicando maior sensibilidade desse grupo às incertezas do cenário econômico. O resultado de maio da Sondagem reforça um cenário de manutenção das condições econômicas atuais, mas com maior cautela em relação à trajetória dos próximos meses”, afirma Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.

O resultado do ICC reflete variações contrárias dos seus componentes: O Índice de Expectativas (IE) recuou 1,0 ponto, registrando 91,3 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) avançou 0,8 ponto, alcançando 86,1 pontos, maior nível desde dezembro de 2014 (86,5 pontos).

Entre os quesitos que compõem o IE, o indicador de situação econômica local futura recuou 2,6 pontos, para 102,9 pontos, menor nível desde janeiro de 2026 (102,2 pontos). No mesmo sentido, o indicador de situação financeira futura da família caiu 0,9 ponto, para 89,4 pontos, após duas altas consecutivas. Na contramão, o indicador de compras previstas de bens duráveis registrou alta de 0,5 ponto, para 83,0 pontos, maior nível desde janeiro deste ano (85,5 pontos). Entre os quesitos do ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 0,8 ponto, para 95,8 pontos, e o indicador de situação financeira atual da família também subiu 0,7 ponto, para 76,7 pontos, maior nível desde fevereiro de 2020 (77,2 pontos).

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)