COMENTÁRIO DO DIA: Bandidos e mocinhos? Não existe!
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(Brasília-DF, 10/03/2026) A manhã começou com 19ºC no centro da Capital Federal e deverá chegar a 28ºC. O dia começou com sol, mas há risco de chuva forte em algum momento durante o dia.
O presidente Lula não divulgou agenda. Compromisso pessoais, saúde.
Não haverá sessão no plenário do Tribunal Superior Eleitoral.
Está marcada sessão no plenário do Supremo Tribunal Federal. Todas as atenções para lá.
Haverá sessão no Senado Federal e haverá trabalho na CPI do Crime Organizado.
Haverá sessão na Câmara dos Deputados e trabalhos nas comissões. As duas Casa Legislativas vão se dedicar a votar pautas de interesse das mulheres nesta semana seguinte ao Dia Internacional da Mulher.
O Mercado vai estar atento ao que se dá na região do Estreito de Ormuz. Donald Trump disse que a guerra vai acabar logo! Será?!
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COMENTÁRIO
Não confunda. Não existem bandidos e mocinhos na República Federativa do Brasil.
Já disse aqui, sem medo de errar, que as instituições Supremo Tribunal Federal e Banco Central são os maiores perdedores no Caso Banco Master. Ruim para eles, pior para o país.
O grande vencedor do momento é a Polícia Federal. O que é bom para o país.
A Polícia Federal se deixou usar durante a Lava Jato, é bom que ela não se deixe usar no Caso Master.
Ela foi a única que não parou de investigar. Já é um clássico de nossa vida republicana quando Jair Bolsonaro derrubou Sérgio Moro pois queria intervir na Polícia Federal.
Hoje, a PF tem o sigilo fiscal e bancário do filho do presidente Lula. Hoje, a Polícia Federal, e não possíveis CPIs, vai mostrar com seus peritos, efetivamente, se houve tráfico de influência que envolve o ministro Alexandre de Moraes.
Pode ser indecente, mas não é ilegal que um juiz tenha parente advogado militando em sua jurisdição.
É bom para a democracia que vazem informações de investigações de poderosos, mas não é bom para a democracia que isso se transforme em espetáculo.
Estamos em ano eleitoral. Nem tudo o que parece é, mas o que é acaba aparecendo.
Foi Genésio Araújo Jr, de Brasília.
( da redação)