COMENTÁRIO DO DIA: Ninguém gosta de pagar contas, nem os ricos!
Ouça o comentário da Política Real de hoje
( Publicada originalmente às 08h 39 do dia 21/03/2025)
(Brasília-DF, 24/03/2025) A manhã começou com 19ºC e deverá chegar a 28ºC. O dia começou nublado e deverá chover ao longo do dia. O mês de março tem sido de poucas chuvas na Capital Federal. Vamos esperar os idos de março1
As cortes vão ter uma pausa hoje, mas semana que vem vai ser intenso.
Não haverá sessões na Câmara dos Deputados, mas haverá eventos legislativos.
No Senado, está marcada sessão, mas nada que vá mudar o curso da história.
O presidente Lula vai despachar ao longo do dia no Palácio do Alvorada. Ele irá receber alguns ministros com destaque para José Múcio, da Defesa.
O mercado vai passar o dia falando mal do Orçamento 2025, mas em tempo de tensão entre Congresso e Judiciário, parece que foi o melhor que se conseguiu.
E o que mais!
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COMENTÁRIO
Fernando Haddad quando foi indicado ministro da Fazenda do Lula 3, o mercado não gostou, depois, num mar de tantos petistas, ele passou a ser visto como o melhor da turma pelo mesmo mercado.
Goste-se ou não, a Reforma Tributária foi aprovada, agentes econômicos do mundo real gostaram. Depois ele sofreu com os memes do Taxad que inundaram as redes.
Só tem duas coisas certas na vida: morrer e pagar impostos. Ninguém gosta de pagar impostos. É bíblico: a César o que é de César, a Deus o que é de Deus”.
Haddad passou a ser odiado pelo Mercado, novamente, com essa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Ontem, na TV, ele disse que não é verdade que não haverá compensação com a renúncia de R$ 27 bilhões, que não vai ser um ministro igual aos outros, que o projeto foi longamente pensado e convida a oposição a discutir o assunto, aceita sugestões pois essa medida interessa aos dois lados e vai servir ao futuro.
Ele disse que quem vai pagar a conta serão 141 mil pessoas, ele disse que em lugar nenhum do mundo quem ganha mais de R$ 1 milhão paga 2% de tributos.
"A medida de compensação é a mais justa possível. Se o Congresso não concordar que é justo, é da democracia, cada um responde por seus atos", disse.
Essa conversa vai ser longa.
Foi Genésio Araújo Jr, de Brasilia
(da redação)