Após conversa de Trump e Putin é divulgado que a Rússia concorda em cessar fogo nos ataques às infraestruturas energéticas ucranianas
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( Publicada originalmente às 20h 11 do dia 18/03/2025)
Com agências
(Brasília-DF, 19/03/2025) Nesta terça-feira, 18, foi anunciado que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o presidente Vladimir Putin, da Rússia, iriam conversar, ao telefone, para trata de um cessar-fogo na Guerra Rússia-Ucrânia após
As autoridades ucranianas terem concordado, na semana passada, com um acordo de cessar-fogo proposto pelos EUA durante as conversações na Arábia Saudita, lideradas pelo secretário de Estado Marco Rubio.
A conversa ocorreu, ao fim de mais de uma hora e meia, e "correu muito bem", afirmou fonte russa à CNN Internacional.
Após a conversa, a presidência russa anunciou uma troca de prisioneiros que deverá acontecer já esta quarta-feira. Serão trocados 175 prisioneiros de guerra de um lado e de outro.
Além disso, o presidente russo também deu garantias a Donald Trump de que não vai atacar alvos energéticos ucranianos nos próximos 30 dias. Putin já deu ordens às Forças Armadas russas nesse sentido, avança a agência russa RIA Novosti.
A Rússia também adiantou que serão criados grupos de trabalho entre Washington e Moscou para discutir o acordo final de paz na Ucrânia. Trump e Putin prometeram ainda manter o contato num futuro proximo.
Segundo um comunicado da Casa Branca, o chefe de Estado norte-americano também propôs um cessar-fogo marítimo no Mar Negro, adiantando que os dois líderes vão iniciar "negociações técnicas" sobre a sua implementação.
Putin teria respondido "construtivamente à ideia" de implementar uma iniciativa de segurança no Mar Negro e "ficou acordado iniciar negociações para elaborar mais detalhes sobre esse acordo".
Durante a conversa, Putin fez duas exigências para terminar o conflito na Ucrânia. Uma delas, refere o Kremlin, "é o fim da mobilização forçada da Ucrânia" e do "rearmamento das Forças Armadas ucranianas".
A segunda consiste na "cessação completa de toda a ajuda militar estrangeira e fornecimento de informações confidenciais".
(da redação com informações da Euro News e Ap. Edição: Política Real)