Em ato pela anistia, Tarcísio de Freitas se destaca, diz que Jair Bolsonaro deve ter direito de disputar em 2026, critica governo Lula ao falar de falta de picanha e ovo e fala de crimes na Petrobras
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( Publicada originalmente às 14h 55 do dia 16/03/2025)
(Brasília-DF, 17/03/2025) No final da manhã deste domingo, 16, foi realizado na praia de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, como era previsto uma ato em apoio a um projeto de anistia contra os condenados pelos atos do 8 de janeiro. Segundo estimativas não-oficiais, um público com 25 mil pessoas que atenderam a convocação feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e sua família. Há estimativas de não mais que 18 mil pessoas no evento. A cidade é o berço político do ex-presidente Bolsonaro e se esperava um ato de 1 milhão de pessoas.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) chamou atenção com sendo chefe do Executivo do mais rico e poderoso estado da federação.
Tarcísio de Freitas, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. defendeu a anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Ele ironizou as prisões mas não fez ataques ao Supremo Tribinal Federal. Tarcísio citou o caso da cabeleireira Débora Santos, presa após ser flagrada pichando a estátua "A Justiça", em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). "O que eles fizeram? Usaram o batom? Num país onde, todo dia, vemos traficante na rua, onde os caras que assaltaram a Petrobras voltaram à cena política. Está certo isso?", questionou.
Ele saiu em defesa da candidatura presidencial do ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje impedido. Ele disse que era momento de "lutar pela liberdade"
"Qual a razão de afastar Jair Messias Bolsonaro das urnas? É medo de perder a eleição? Porque eles sabem que vão perder", disse.
Tarcísio de Freitas fez criticas ao Governo Lula. “Prometeram picanha e não tem nem ovo. E se está tudo caro, volta Bolsonaro!”
O momento de maior crítica ao STF foi quando ele fez comparação com o Governo Lula.
"Para exigir a anistia daqueles que receberam penas desarrazoadas. Em um país onde os caras que assaltaram a Petrobras, voltaram a cena do crime. Parece haver justiça nisso?"., disse.
( da redação com redes sociais. Edição: Política Real)