Segundo Banco Central, base monetária recuou 2,5% no mês de janeiro
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( Publicada originalmente às 10 h 59 do dia 13/03/2025)
(Brasília-DF, 14/03/2025). Na manhã desta quinta-feira, 13, o Banco Central divulgou o Estatísticas Monetárias e de Crédito com os dados atualizados até janeiro de 2025.
A base monetária alcançou R$439,9 bilhões em janeiro, redução de 2,5% no mês e crescimento de 8,7% em doze meses. Nos mesmos períodos, o volume de papel-moeda em circulação e as reservas bancárias recuaram 1,2% e 7,5%, respectivamente.
Entre os fluxos mensais dos fatores condicionantes da base monetária, apresentaram contrações as operações do Tesouro Nacional, R$1,9 bilhão, as do setor externo, R$22,9 bilhões, as com derivativos, R$36 bilhões, e os depósitos de instituições financeiras, R$17,8 bilhões (determinados principalmente por liberação de recursos de caderneta de poupança, +R$2,5 bilhões, de depósitos a prazo, +R$6 bilhões, e recebimento de depósitos voluntários a prazo, -R$27,4 bilhões). Apresentaram expansão, de R$58 bilhões, as operações com títulos públicos federais (com resgates líquidos de R$82,2 bilhões no mercado primário e vendas líquidas de R$24,2 bilhões no mercado secundário).
Os meios de pagamento restritos (M1) finalizaram o mês em R$624,8 bilhões, diminuição de 12,1%, resultado do incremento do papel-moeda em poder do público em 1,7% e do recuo dos depósitos à vista em 22,3%. Considerando-se dados dessazonalizados, o M1 retrocedeu 2,8% no período.
O M2 recuou 0,8% no mês, com saldo total de R$6,5 trilhões, refletindo as quedas do M1 e do saldo dos depósitos de poupança (2,2%). O saldo dos títulos emitidos por instituições financeiras avançou 1,2% em janeiro, totalizando R$4,9 trilhões. No período, o saldo dos depósitos a prazo diminuiu 0,5%, enquanto os saldos das letras financeiras e das letras de crédito aumentaram, respectivamente, 1,6% e 5,7%. O M3 recuou 2,0% em janeiro, totalizando R$11,9 trilhões, resultado da contração do M2 e do saldo das quotas de fundos monetários que totalizou R$5,2 trilhões (-3,0%). As operações compromissadas com títulos públicos federais avançaram 2,8%, enquanto as operações com títulos privados diminuíram 23,1%. O M4 contraiu 0,3% no mês, totalizando R$13,4 trilhões. Em doze meses, expansão de 12,0%.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)