31 de julho de 2025
Brasil e Economia

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais sem muita clareza e no Brasil não há indicadores no radar

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Mercados com sinais mistos

(Brasília-DF, 21/02/2025). A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais sem muita clareza e no Brasil não há indicadores no radar.

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Nesta sexta-feira, os futuros nos Estados Unidos operam sem muita variação (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,1%), após guidance de lucros fracos do Walmart e dia de queda do S&P 500. A taxa das Treasuries opera em leve queda durante a manhã, enquanto investidores aguardam dados econômicos e avaliam os comentários recentes dos oficiais do Fed.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: 0,4%). Na China, as bolsas fecharam em alta (CSI 300: 1,3%; HSI: 3,8%), após resultado forte da Alibaba, impulsionado pelo crescimento dos segmentos de Cloud Intelligence e E-commerce.

Nos EUA, membros do Federal Reserve voltaram a pontuar que o impacto das medidas do governo Trump, como imigração e política tarifária, trazem incertezas no combate à inflação. Contudo, reiteraram que a taxa de juros permanece em patamar restritivo, e que no cenário base, a inflação deve convergir para a meta. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia estáveis em 4,28%, enquanto os de dez anos diminuíram para 4,50% (-3,0bps).

IBOVESPA +0,23% | 127.601 Pontos. CÂMBIO -0,37% | 5,70/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou em leve alta (+0,2%) aos 127.601 pontos, em dia de alta oscilação em meio à temporada de resultados. O câmbio recuou 0,3%, para R$ 5,7027, enquanto a curva de juros encerrou de forma mista, com quedas na parte curta da curva e altas na parte longa.

O principal destaque positivo do pregão foi Vale (VALE3, +3,7%), após um resultado do 4º trimestre de 2024 considerado positivo pelo mercado ao apresentar implicações positivas de custo (veja nossa análise aqui). Já a Gerdau (GGBR4, -5,4%) teve queda, após o mercado avaliar o balanço do 4T24 como desapontador, com resultados em linha mas com incertezas para 2025 permanecendo (veja a nossa análise aqui).

Nesta sexta-feira, teremos o PMI de serviços e manufatura de fevereiro nos EUA e na Zona do Euro. Pela temporada de resultados do 4T24, Irani e M. Dias reportam seus balanços.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de quinta-feira com movimentos mistos ao longo da curva. No Brasil, as partes curta e intermediária foram beneficiadas pelo fortalecimento do real (R$ 5,70/US$; -0,38%). Já os vértices longos foram impactados pelo grande volume de títulos prefixados ofertados no Leilão do Tesouro. O DI jan/26 encerrou em 14,63% (- 6,4bps vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,6% (- 7,8bps); DI jan/29 em 14,44% (- 2,8bps); e DI jan/31 em 14,51% (+4,1bps).

IFIX

O índice de fundos imobiliários, o IFIX, apresentou alta de 0,50% na quarta-feira. Os FIIs de papel integrantes do IFIX tiveram desempenho médio de 0,50%, enquanto os FIIs de tijolo tiveram performance média de 0,44% no dia.  Os destaques positivos do dia foram PATL11 (+5,2%), MFII11 (+4,8%) e BTRA11 (+4,5%). Já os principais destaques negativos foram RCRB11 (-5,3%), HGFF11 (-1,7%) e RBRL11 (-0,9%).

Economia

Agenda leve de indicadores nessa sexta-feira. No âmbito doméstico, não há indicadores no radar. No cenário internacional, destaque para a divulgação do PMI – índice de gerente de compras – nos Estados Unidos. Além disso, haverá a divulgação da confiança do consumidor e da expectativa de inflação dos consumidores, medidas pela Universidade de Michigan.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)