31 de julho de 2025
Brasil e Economia

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em queda e mercado, sem índices importantes, avaliando a aprovação de restos a pagar federais que tinham sido anulados

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Mercados em leve queda

(Brasília-DF, 20/02/2025). A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos informando que os mercados globais estão em queda e no Brasil o Mercado sem índices importantes mas avaliou a aprovação da retomadas de restos a pagar do Governo Federal que tinham sido anulados.

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Nesta quinta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em queda (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,3%) após o S&P 500 atingir nova máxima histórica. A taxa das Treasuries opera em queda durante a manhã, enquanto investidores aguardam dados econômicos e após anúncio de novos planos de tarifas do Donald Trump.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: 0,3%) após mais resultados de empresas. Na China, as bolsas fecharam em queda (CSI 300: -0,3%; HSI: -1,6%) por conta de proposta de imposição de tarifas sobre importações de carros, semicondutores e produtos farmacêuticos por Donald Trump.

IBOVESPA -0,95% | 127.309 Pontos    CÂMBIO +0,69% | 5,73/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou em queda de 1,0%, aos 127.309 pontos, com 76 dos 87 papéis que compõem o índice terminando o pregão no campo negativo, em um dia marcado pela abertura da curva de juros e valorização do dólar, que finalizou o pregão em R$ 5,73 (+0,7%).

Como resultado, os papéis mais sensíveis aos juros, como CVC, Locaweb e Vamos (CVCB3, -9,3%; LWSA3, -8,2%; VAMO3, -5,3%) foram os destaques negativos. Já a Usiminas (USIM5, +0,5%) teve alta, após elevação de recomendação por um banco de investimentos.

Nesta quinta-feira, teremos, pela temporada de resultados do 4T24, B3, Engie Brasil, Lojas Renner, Nubank, Pagbank e Rumo. Pela temporada internacional, os principais resultados serão Alibaba, MercadoLibre, Newmont e Walmart.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de quarta-feira com abertura ao longo da curva. No Brasil, o mercado se antecipou a uma provável grande oferta de prefixados na quinta-feira. Além disso, também houve movimento de realização por parte dos investidores, levando o dólar para R$ 5,72/US$ (+0,66%). Na curva nominal, o DI jan/26 encerrou em 14,69% (+0,2bp vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,69% (+12,1bps); DI jan/29 em 14,48% (+18,4bps); DI jan/31 em 14,47% (+17,4bps). Nos EUA, apesar de dentro do esperado, a ata da última reunião do Federal Reserve confirmou o receio dos membros da autarquia, de que as tarifas impostas pelo governo Trump gerem pressões mais fortes de inflação. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 4,28% (-1,0bp), enquanto os de dez anos em 4,53% (-2,0bps).

Economia

Dia sem indicadores ou notícias relevantes do lado macro. No Brasil, o Senado aprovou um projeto de lei que autoriza o governo a pagar este ano despesas de exercícios anteriores (restos a pagar). O valor total pode ultrapassar R$ 20 bilhões. Esses pagamentos não estão restritos ao limite anual de gastos estabelecido pelo arcabouço fiscal, pois são despesas de anos anteriores, mas têm de se enquadrar na meta do resultado primário – que já está desafiadora antes mesmo do projeto. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.

(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)