31 de julho de 2025
Brasil e Poder

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil sem números e índices econômicos relevantes hoje, novamente

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Mercados globais em alta

(Brasília-DF, 19/02/2025) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em tal e no Brasil sem agenda econômica relevante.

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Nesta quarta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em alta (S&P 500: 0,1%; Nasdaq 100: 0,1%) após o S&P 500 atingir máxima histórica, liderada por fabricantes de chips. A taxa das Treasuries opera em alta durante a manhã, enquanto investidores aguardam a ata da reunião do FOMC e dados do setor imobiliário ainda esta semana.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,04%) após dados de inflação do Reino Unido acima do esperado e enquanto aguardam mais balanços trimestrais de empresas. Na China, as bolsas fecharam mistas (CSI 300: 0,7%; HSI: -0,1%), após Trump propor tarifas em importações de carros, semicondutores e produtos farmacêuticos.

Economia

Em um dia com agenda de indicadores mais calma, o destaque desta terça-feira ficou por conta do discurso da presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, que indicou que o Fed deve manter os juros de curto prazo inalterados até que o progresso da inflação à meta de 2% esteja mais visível. Nossa visão é de que, dadas as atuais condições, o Fed não deve promover mais cortes de juros neste ano.

Hoje, teremos a divulgação da ata da última reunião do FOMC. O documento, que traz detalhes sobre a decisão sobre os juros, pode indicar as condições para o retorno do afrouxamento monetário neste ano. Além disso, teremos dados de construção de novas moradias e de licenças para construção nos Estados Unidos e a definição da taxa de empréstimos de 1 e 5 anos na China.

Nesta quarta-feira, teremos a ata do FOMC nos EUA.

IBOVESPA -0,01% | 128.532 Pontos.    CÂMBIO -0,45% | 5,68/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou estável (-0,02%) ontem, aos 128.532 pontos, em dia que a curva de juros encerrou a sessão de forma mista, e o câmbio recuou para R$ 5,68 (-0,5%) após o Banco Central realizar um novo leilão de dólar, representando a terceira intervenção no câmbio desde que o presidente do BC, Gabriel Galípolo, assumiu a gestão.

O principal destaque positivo do pregão foi BB Seguridade (BBSE3, +4,5%), após divulgação do resultado do 4T24 considerado forte pelo mercado. Já os principais destaques negativos foram Grupo Pão de Açúcar (PCAR3, -6,7%) e Assaí (ASAI3, -5,8%), após um banco de investimentos adotar uma posição mais cautelosa em relação ao setor de varejo alimentar, rebaixando a primeira de neutro para venda.

Pela temporada de resultados do 4T24, teremos Assaí, Gerdau e Vale. Já pela temporada de resultados internacional do 4T24, HSBC reporta hoje.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de terça-feira com movimentos mistos ao longo da curva. No Brasil, o Tesouro Nacional se aproveitou da diminuição do risco no cenário local para realizar uma maior oferta de LFT e NTN-B no Leilão, que teve alocação total. Na curva nominal, o DI jan/26 encerrou em 14,68% (- 0,1bp vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,56% (- 1,8bp); DI jan/29 em 14,32% (+1,9bp); DI jan/31 em 14,31% (+2bps). Nos EUA, a presidente do Federal Reserve de São Francisco, Mary Daly, afirmou que a política monetária do país precisa permanecer restritiva até a inflação convergir para a meta de 2%. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 4,29% (+3,0bps), enquanto os de dez anos em 4,55% (+8,0bps).

No Brasil, agenda sem eventos econômicos hoje.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real. Edição: Política Real)