DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil teremos uma agenda esvaziada
Veja mais números
(Brasília-DF, 03/01/2024) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em alta e no Brasil vamos viver uma agenda esvaziada, sem divulgação de índices importantes.
Veja mais:
Nesta sexta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em alta (S&P 500: 0,3%; Nasdaq 100: 0,4%) em dia de divulgação de dados de atividade e provável votação de presidência da Câmara, na qual espera-se que Mike Johnson seja reeleito após apoio de Trump. Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,3%), enquanto na China, as bolsas operam mistas (CSI 300: -1,2%; HSI: 0,7%) após anúncio de programa de incentivo ao consumo das famílias e sinalização de corte de juros ao longo desse ano.
Economia
Nos Estados Unidos, foram realizados 211 mil pedidos de seguro desemprego na semana passada, frente a expectativa do mercado de 221 mil. Já a leitura final do PMI industrial de dezembro ficou em 49,4 pontos, acima da preliminar (48,3). Na agenda de hoje, destaque para a divulgação do ISM industrial, para o qual o mercado espera 48,4 pontos.
IBOVESPA -0,13% | 120.125 Pontos. CÂMBIO -0,34% | 6,16/USD
Ibovespa
Na quinta-feira, o Ibovespa fechou o primeiro pregão do ano com uma leve queda de 0,1%, aos 120.125 pontos. Em um dia com uma agenda mais esvaziada, o índice continuou repercutindo o sentimento mais cauteloso do mercado devido ao cenário macroeconômico doméstico, em especial à política fiscal.
O principal destaque negativo do pregão foi Eneva (ENEV3, -9,3%), após o Ministério de Minas e Energia publicar as diretrizes para seu Leilão de Capacidade de 2024, que devem deixar a empresa de fora (veja aqui mais detalhes). Já o destaque positivo do dia foi CVC (CVCB3, +8,7%), em movimento técnico.
Para o pregão de sexta-feira, teremos a divulgação do ISM de manufatura referente a dezembro nos EUA.
Renda Fixa
As taxas futuras de juros encerraram a sessão de ontem com forte fechamento por toda extensão da curva, em um dia de baixa liquidez. No Brasil, apesar da questão das emendas parlamentares seguirem no radar dos investidores, a queda da cotação do dólar possibilitou uma redução na precificação de risco dos ativos locais. O DI jan/26 encerrou em 15,145% (- 21,9bps vs. pregão anterior); DI jan/27 em 15,61% (- 14,8bps); DI jan/29 em 15,385% (- 14,5bps); DI jan/31 em 15,06% (- 19,3bps). Nos EUA, os pedidos semanais de seguro-desemprego caíram para 211.000 (-9.000 vs. 28/12), reforçando que a economia segue aquecida. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 4,25% (+1,0bp), enquanto os de dez anos em 4,57% (+2,0bps).
No Brasil, agenda esvaziada na primeira sexta-feira do ano.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)