DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em queda e no Brasil, por conta do pós-feriado e sem índices a serem divulgados gera atenção para a pauta internacional
Veja os números
(Brasília-DF, 08/09/2023). A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em queda e no Brasil, após o feriado do 7 de setembro, sem divulgação de índices e com atenção na pauta internacional.
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Nos Estados Unidos, os futuros negociam em queda na sexta-feira (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,3%), por conta de temores de uma alta adicional da taxa de juros pelo Federal Reserve após dados fortes de mercado de trabalho. Além disso, as ações de Apple têm enfrentado quedas nos últimos dias devido às notícias de uma proibição do uso de aparelhos da marca por oficiais do governo chinês.
Na Europa, os mercados operam em queda (Stoxx 600: -0,6%) pelo oitavo dia consecutivo, também com cautela em relação às perspectivas econômicas. A preocupação com a indústria, o setor automotivo e químico é maior e se reflete em quedas mais pronunciadas.
Na China, as bolsa de Shanghai fechou em queda (CSI 300: -0,5%), com sentimento pressionado por dados econômicos fracos, enquanto a de Hong Kong (HSI) cancelou as negociações na sexta-feira devido à uma tempestade que atingiu a ilha, a maior em 140 anos.
IBOVESPA -1,15% | 115.985 Pontos. CÂMBIO +0,18% | 4,98/USD
Com renovadas expectativas de uma política monetária restritiva mais duradoura nos EUA, o Ibovespa seguiu o movimento dos mercados globais, registrando queda de 1,1% e fechando o dia nos 115.985 pontos. Indo na contramão da bolsa, Petrobras (PETR4) teve mais um desempenho positivo devido ao aumento no preço do petróleo que foi impulsionado pelo corte das produções de Arábia Saudita e Rússia.
Renda Fixa
Na véspera do feriado, as taxas futuras de juros fecharam com movimentos mistos, com estabilidade nos vértices curtos e ligeira alta nos vencimentos mais longos da curva a termo. Diante de dados fortes da economia americana, com pressão nas taxas das Treasuries (títulos soberanos dos Estados Unidos), os agentes seguem com cautela e aguardam dados locais positivos para a reversão da tendência altista. DI Jan/24 oscilou de 12,38% para 12,37%; DI Jan/25 passou de 10,64% para 10,62%; DI Jan/26 subiu 10,31% para 10,30%; DI Jan/27 avançou de 10,515% para 10,535%; DI Jan/31 passou de 11,25% para 11,32.
Economia
No Brasil, emenda de feriado não traz divulgação de indicadores e noticiário segue sem novidades. Na agenda internacional, taxas de juros americanas oscilam entre indicadores econômicos fortes e restrições da China sobre a Apple.
(da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)