31 de julho de 2025
Brasil e Economia

LULA NA FIESP: Lula, no Dia da Indústria, fala do compromisso com o setor e disse que “o jogo começou” na relação com o Congresso, que a política é o melhor para resolver problemas do país

Veja mais

Publicado em
98c4a6f3016b2ef980f812e3929bf6a3.jpeg

 

( Publicada originalmente às 20h 45 do dia 25/06/2023)

(Brasília-DF, 26/05/2023) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da solenidade em homenagem ao Dia da Indústria, Dia 25 de Maio, no encerramento do evento Seminário “Indústria Forte, País Forte”, além de enaltecer a indústria, informar do compromisso com a “neoindustriazação”, que a indústria tem que gerar bons empregos aos trabalhadores ele comentou sobre a política nacional e o momento tento na relação com Congresso. Ele disse que é coisa da política, que o jogo começou e que a política tem as soluções para os grandes e pequenos problemas do país.  

“Tem dias que a gente acorda com notícias parecendo que o mundo acabou. Eu fui ler as notícias hoje, na verdade, tudo parecia normal. Uma comissão do congresso querendo mexer numa estrutura de governo que é difícil de mexer. Agora que começou o jogo. O que a gente não pode é se assustar com a política. Quando a sociedade se assusta com a política e começa a culpar a classe política, o resultado é infinitamente pior. É na política que se tem as soluções dos grandes e pequenos problemas do país.”, disse.

Ele disse que voltou a presidência mas não era  para ser menor do que foi.

“Eu não voltaria para a presidência para ser menor do que fui. Voltei porque acho que é possível recuperar o país. Porque acho que é possível fazer o povo voltar a comer três vezes por dia, com mais universidades e saúde.”, disse.

Ele disse que para a indústria ser forte os trabalhadores tem que ser fortes.

“Para ter uma indústria forte, precisamos ter trabalhadores fortes, com um salário justo, para que possam ser consumidores das coisas que eles produzem.

Eu conheci muitos presidentes da Fiesp. E acho que a Fiesp precisava de um cara como o Josué Gomes. Um cara moderno, que herdou do pai o caráter. Acho que os empresários de São Paulo vão ganhar muito com sua presidência.”, disse

Lula afirmou que é necessário aprender com os erros.

“É preciso aprender com os erros e recuperar o tempo perdido, rumo ao futuro. É urgente interromper o processo de desindustrialização. Estamos criando as condições para que o nosso mercado interno de consumo recupere seu vigor. Para que, assim como ocorreu até meados da década passada, ele volte a ser um dos principais motores a impulsionar a roda de nossa economia.”, disse.

E; deu a receita da indústria que é necessária para o pais.

“Nós precisamos fazer uma política industrial ativa e altiva, competitiva, moderna, que leve em conta os avanços tecnológicos. Para ter um país forte, uma indústria forte, é preciso trabalhadores fortes, ganhando salários justos e podendo ser consumidores das coisas que produzem”, disse o presidente. Ele ressaltou que o fortalecimento do setor não implica uma queda de braço com outras áreas.

Lula disse que vai trabalhar para evitar a desindustrialização

“É urgente interromper o processo de desindustrialização. Estamos criando as condições para que o nosso mercado interno de consumo recupere o vigor. Para que, assim como ocorreu até meados da década passada, ele volte a ser um dos principais motores a impulsionar a roda de nossa economia”, disse Lula.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a criticar a Selic e disse ser “uma excrescência nos dias de hoje termos uma taxa de 13,75%” – a inflação está em pouco mais de 4%. E acrescentou que tomar empréstimos a essa taxa é inviável para qualquer empresa, de qualquer segmento econômico.

Lula ressaltou a importância do crescimento da indústria para fortalecer a classe média, gerar empregos que paguem salários melhores e estimular o consumo da classe trabalhadora. “Para ter um país forte, uma indústria forte, é preciso ter trabalhadores fortes, ganhando salários justos e sendo consumidores das coisas que eles produzem”, disse Lula.

Lula também fez crítica a algumas exigências da União Europeia para assinar o acordo de livre comércio com o Mercosul.

’A UE quer que a gente ceda as compras governamentais e nós não vamos ceder, porque a gente vai matar a possibilidade do crescimento da pequena/média empresa. Compras governamentais são um instrumento de política industrial que a gente não vai abrir mão.’

 

( da redação com informações de redes sociais. Edição: Genésio Araújo Jr.)