CPI DA PANDEMIA: Perguntado sobre a incompetência atribuída a Eduardo Pazuello prefere dizer que ele ficou “refém da burocracia”
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( Publicada originalmente às 11h 40 do dia 12/05/2021)
(Brasília-DF, 13/05/2021) O publicitário e empresário Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência da República(Secom), falando como testemunha na CPI da Pandemia no Senado nesta quarta-feira, 12, ao ser questionado sobre a “incompetência” do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ele preferiu afirmar que Pazuello precisa ir além e não ser refém da burocracia.
Confira o diálogo em que ele diz que se esquica de que chamou o ministro Eduardo Pazuello de incompente:
O SR. RENAN CALHEIROS (Bloco Parlamentar Unidos pelo Brasil/MDB - AL) – Por que V. Sa. considera que houve incompetência e ineficiência do então Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, como afirmou a revista Veja?
O SR. FABIO WAJNGARTEN – A revista Veja não nomenclatura ao Ministro Pazuello a incompetência. Eu entendo que a incompetência é ficar refém da burocracia. Acho que a burocracia, a morosidade na tomada de decisões, que é característica da Administração Pública, é um problema nos casos excepcionais, como a gente tem da pandemia.
O SR. RENAN CALHEIROS (Bloco Parlamentar Unidos pelo Brasil/MDB - AL) – Pode esclarecer que fatos e situações específicas o levaram a essa conclusão?
O SR. FABIO WAJNGARTEN – Claro! A mera não resposta da carta, o não retorno na velocidade adequada. Em meio a uma pandemia, a gente precisa se reinventar e a gente tem que criar um ambiente que possibilite salvar cada uma das vidas, Senador.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)