No dia que Brasil atingiu a marca de 300 mil mortos por covid, Wellington Dias lamenta que tanta gente brasileira tenha perdido a vida e pediu que brasileiros sigam os protocolos sanitários
Já o líder da minoria no Senado, senador Jean Paul Prattes comentou que o pacto nacional entre os Poderes da República de nada adiantará se o presidente Bolsonaro, ou governo federal, não mudarem suas posturas diante da pandemia
( Publicada originalmente às 20h 30 do dia 24/03/2021)
(Brasília-DF, 25/03/2021) No dia que Brasil atingiu a marca de 300 mil mortos causadas pelo novo coronavírus (covid-19), o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), lamentou que tanta gente brasileira tenha perdido a vida, ao mesmo tempo, como responsável pela temática de vacinação do fórum nacional dos governadores, pediu que os brasileiros sigam e respeitem os protocolos sanitários estabelecidos pelas autoridades médicas.
Já o líder da minoria no Senado, senador Jean Paul Prattes (PT-RN), comentou que o pacto nacional entre os Poderes da República realizado nesta quarta-feira, 24, de nada adiantará se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ou a sua gestão a frente do governo federal, não mudarem suas posturas diante da pandemia do novo coronavírus (covid-19), que somente nas últimas 24 horas matou 2.009 brasileiros, conforme o balanço realizado pelo Ministério da Saúde.
“300 mil óbitos, 300 mil pessoas. Pessoas como a Bibi, uma agricultora, o Samuel, um jovem, pessoas que tem nome, que tem história, que tem amigos, que tem familiares e que estão sofrendo muito. Duas vezes a bela cidade de Parnaíba, no Piauí. E, neste momento, de dor, eu quero aqui externar não só o meu abraço, mas pedir realmete muitas forças a deus para as famílias e para os amigos. Mas também pedir a todas as pessoas que vamos cuidar um dos outros, vamos seguir os protocolos. Enquanto a vacinação avança, vamos proteger a nós e proteger ao outro. É este caminho que salva as vidas. Vamos salvar vidas”, comentou em vídeo o governador piauiense.
“Qualquer pacto “contra a covid” que não contemple uma profunda mudança de postura do presidente e até do governo será apenas um pacto para salvar Bolsonaro, nunca um plano para salvar a população. Chega de inventar maquiagem. O problema está na raiz deste governo e se chama Bolsonaro, o negacionista sem empatia, defensor de remédios inócuos e patrono de fake news. É preciso que ele faça uma autocrítica pública de seu boicote às medidas sanitárias e da negligência com a compra de vacinas, medicamentos e insumos. Precisamos de ações responsáveis e concretas: vacinas, medicamentos e leitos de UTI. Urgente! E o que já foi feito de errado, de certo, ou que deixou de ser feito pelo governo será investigado na CPI da Covid”, complementou o petista potiguar.
(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)