Maranhão. Madeira, presidente do ITV, ressalta evento em torno do BNB.
A Política Real está atenta
Publicado em
( Brasília-DF, 27/09/2007) A Política Real teve acesso. A realização de um evento do Banco do Nordeste na semana que vem já mobiliza os parlamentares. O depuado Sebastião Madeira(PSDB-MA), presidente do Instituto Trancredo Neves, ITV, membro da executiva nacional tucana, foi a tribuna do plenário Ulysses Guimarães, destacar a realização da exposição pelos 55 anos do Banco do Nordeste. O Maranhão é o único estado do Nordeste que tem ações do Banco do Nordeste e do BASA, um voltado para o Nordeste e o outro para o Norte.
Madeira tem história política ligada ao Norte com “sua” Imperatriz.
Veja a íntegra da fala de Madeira:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, gostaria de ressaltar, até porque fui alertado por um ex-funcionário do Banco do Nordeste, o jornalista Edmilson Sanches, uma exposição que terá lugar aqui na Câmara dos Deputados, no Espaço do Servidor, que marca os 55 anos do Banco do Nordeste do Brasil. O tema da exposição é BNB — Banco do Nordeste do Brasil, 55 anos. Desenvolvimento é a Nossa História.
O BNB tem prestado excepcional contribuição para essa área do Brasil tão desigual, o Nordeste, na área de microcrédito, do crédito rural, do PRONAF, do PROSERA. Pode-se dizer que é realmente um banco amigo do Nordeste. Especificamente no Maranhão a aplicação nessa área saltou de 21 milhões, em 2002, para 91 milhões, em 2003; em 2004, foi de 243 milhões; 863 milhões e 783 mil, em 2005, uma quantia já próxima de 1 bilhão; e, em 2006, 463 milhões e 653 mil.
Esses são dados do Maranhão, e observamos que todas as estatísticas o mostram como um dos Estados mais pobres do nosso País, com um dos piores índices sociais. Não há a menor dúvida quanto à contribuição do Banco do Nordeste para o desenvolvimento do Nordeste como um todo, mas, especialmente, para o do Estado do Maranhão.
Contudo, alerto para o fato de que há um gargalo, que não é falta de dinheiro, mas, falta de pessoal e de tecnologia. Por exemplo, em 2002, para 1962 operações envolvendo 21 milhões, havia certo número de pessoal; em 2005, as operações saltaram para 71.826 numa aplicação de 863 milhões e 783 mil reais com o mesmo pessoal. Logo, não há dúvida de que há um gargalo, quer dizer, estão restritos o crescimento e o desenvolvimento dessas operações e aplicações por falta de pessoal e por conta da tecnologia bastante defasada.
Uma coisa é verdade: o Governo Federal tem destinado recursos para que o Banco do Nordeste realize esse trabalho, que é fundamental para o desenvolvimento do Nordeste, assim como para a diminuição das desigualdades. Mas apelo ao Governo para que injete recursos, abra concursos e invista em tecnologia para que mais pessoas sejam beneficiadas e nosso Estado e o Nordeste como um todo possam avançar.
Muito obrigado, Sr. Presidente.”
( da redação com informações da taquigrafia da Câmara Federal)
Madeira tem história política ligada ao Norte com “sua” Imperatriz.
Veja a íntegra da fala de Madeira:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, gostaria de ressaltar, até porque fui alertado por um ex-funcionário do Banco do Nordeste, o jornalista Edmilson Sanches, uma exposição que terá lugar aqui na Câmara dos Deputados, no Espaço do Servidor, que marca os 55 anos do Banco do Nordeste do Brasil. O tema da exposição é BNB — Banco do Nordeste do Brasil, 55 anos. Desenvolvimento é a Nossa História.
O BNB tem prestado excepcional contribuição para essa área do Brasil tão desigual, o Nordeste, na área de microcrédito, do crédito rural, do PRONAF, do PROSERA. Pode-se dizer que é realmente um banco amigo do Nordeste. Especificamente no Maranhão a aplicação nessa área saltou de 21 milhões, em 2002, para 91 milhões, em 2003; em 2004, foi de 243 milhões; 863 milhões e 783 mil, em 2005, uma quantia já próxima de 1 bilhão; e, em 2006, 463 milhões e 653 mil.
Esses são dados do Maranhão, e observamos que todas as estatísticas o mostram como um dos Estados mais pobres do nosso País, com um dos piores índices sociais. Não há a menor dúvida quanto à contribuição do Banco do Nordeste para o desenvolvimento do Nordeste como um todo, mas, especialmente, para o do Estado do Maranhão.
Contudo, alerto para o fato de que há um gargalo, que não é falta de dinheiro, mas, falta de pessoal e de tecnologia. Por exemplo, em 2002, para 1962 operações envolvendo 21 milhões, havia certo número de pessoal; em 2005, as operações saltaram para 71.826 numa aplicação de 863 milhões e 783 mil reais com o mesmo pessoal. Logo, não há dúvida de que há um gargalo, quer dizer, estão restritos o crescimento e o desenvolvimento dessas operações e aplicações por falta de pessoal e por conta da tecnologia bastante defasada.
Uma coisa é verdade: o Governo Federal tem destinado recursos para que o Banco do Nordeste realize esse trabalho, que é fundamental para o desenvolvimento do Nordeste, assim como para a diminuição das desigualdades. Mas apelo ao Governo para que injete recursos, abra concursos e invista em tecnologia para que mais pessoas sejam beneficiadas e nosso Estado e o Nordeste como um todo possam avançar.
Muito obrigado, Sr. Presidente.”
( da redação com informações da taquigrafia da Câmara Federal)