Nordeste e Emprego. Pessoas ocupadas aumentou em agosto; Em Salvador, está se vendo um aumento, garante IBGE.
A Política Real teve acesso.
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(Brasília-DF, 20/09/2007) A Política Real teve acesso. O contingente de pessoas ocupadas, estimado em 21,0 milhões em agosto de 2007, mostrou elevação na comparação com o mês anterior (1,0%). Em relação a agosto de 2006 a ocupação cresceu 2,9%, ou seja, foram criados cerca de 594 mil postos de trabalho.
Regionalmente, em relação a julho de 2007, o contingente de ocupados não assinalou movimentação significativa em nenhuma das regiões pesquisadas, embora fosse evidente a tendência de crescimento em todas as regiões. Na comparação anual, as Regiões Metropolitanas de Salvador (6,2%), Belo Horizonte (3,7%), São Paulo (3,3%) e Porto Alegre (2,5%), registraram alteração positiva nesse contingente.
Considerando o nível da ocupação (51,9%), os resultados indicaram alta na comparação a julho de 2007 (0,4 ponto percentual) e estabilidade em relação a agosto do ano passado no conjunto das seis regiões. Regionalmente, na comparação com o mês anterior, não houve alteração significativa neste indicador em nenhuma das regiões pesquisadas, entretanto em relação a agosto do ano passado, foi verificado aumento apenas na Região Metropolitana de Salvador (1,3 ponto percentual).
A pesquisa mostrou que os homens representavam 55,4% da população ocupada, enquanto as mulheres, 44,6%. A população de 25 a 49 anos representava 63,6% do total de ocupados. O percentual de pessoas ocupadas em agosto de 2007 com 11 anos ou mais de estudo era de 53,7%.
O tamanho do empreendimento foi outra característica observada pela pesquisa, que estimou em 57,5% a proporção de pessoas trabalhando em empreendimentos com 11 ou mais pessoas. Nos empreendimentos com 6 a 10 pessoas ocupadas, esta proporção era de 6,2%, enquanto para aqueles empreendimentos com no máximo 5 pessoas ocupadas, a proporção era de 36,3%.
Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, 50,3% da população ocupada cumpria, em agosto de 2007, uma jornada de trabalho de 40 a 44 horas semanais e cerca de 32,0% acima de 45 horas semanais. Em média, segundo os dados da pesquisa, 68,3% dos trabalhadores nas seis regiões pesquisadas, tinham aquele trabalho há pelo menos 2 anos; 11,3% há entre 1 ano a menos de 2 anos; 18,6% há entre um mês e um ano e apenas 1,8% estavam naquele trabalho há menos de 1 mês.
( da redação com informações de assessoria)
Regionalmente, em relação a julho de 2007, o contingente de ocupados não assinalou movimentação significativa em nenhuma das regiões pesquisadas, embora fosse evidente a tendência de crescimento em todas as regiões. Na comparação anual, as Regiões Metropolitanas de Salvador (6,2%), Belo Horizonte (3,7%), São Paulo (3,3%) e Porto Alegre (2,5%), registraram alteração positiva nesse contingente.
Considerando o nível da ocupação (51,9%), os resultados indicaram alta na comparação a julho de 2007 (0,4 ponto percentual) e estabilidade em relação a agosto do ano passado no conjunto das seis regiões. Regionalmente, na comparação com o mês anterior, não houve alteração significativa neste indicador em nenhuma das regiões pesquisadas, entretanto em relação a agosto do ano passado, foi verificado aumento apenas na Região Metropolitana de Salvador (1,3 ponto percentual).
A pesquisa mostrou que os homens representavam 55,4% da população ocupada, enquanto as mulheres, 44,6%. A população de 25 a 49 anos representava 63,6% do total de ocupados. O percentual de pessoas ocupadas em agosto de 2007 com 11 anos ou mais de estudo era de 53,7%.
O tamanho do empreendimento foi outra característica observada pela pesquisa, que estimou em 57,5% a proporção de pessoas trabalhando em empreendimentos com 11 ou mais pessoas. Nos empreendimentos com 6 a 10 pessoas ocupadas, esta proporção era de 6,2%, enquanto para aqueles empreendimentos com no máximo 5 pessoas ocupadas, a proporção era de 36,3%.
Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, 50,3% da população ocupada cumpria, em agosto de 2007, uma jornada de trabalho de 40 a 44 horas semanais e cerca de 32,0% acima de 45 horas semanais. Em média, segundo os dados da pesquisa, 68,3% dos trabalhadores nas seis regiões pesquisadas, tinham aquele trabalho há pelo menos 2 anos; 11,3% há entre 1 ano a menos de 2 anos; 18,6% há entre um mês e um ano e apenas 1,8% estavam naquele trabalho há menos de 1 mês.
( da redação com informações de assessoria)