Nordeste e Renda. Cinco estados nordestinos têm os salários médios mais baixos, garante o IBGE.
Nordeste é a quarta em pessoal ocupado.
Publicado em
( Brasília-DF, 19/09/2007) A Política Real teve acesso. Em 2005, o salário médio mensal no Brasil correspondeu a 3,7 salários mínimos, considerando o total de salários pagos pelas empresas e outras organizações ativas constantes do CEMPRE.
Os estados com níveis de salário médio mensal mais altos foram: Distrito Federal (6,8 salários mínimos, 1); São Paulo (4,5, 1); Rio de Janeiro (4,3, 1); Amapá, (4,0, 1); e Roraima (3,9).
Já as Unidades da Federação com os salários médios mensais mais baixos (em número de salários mínimos) estavam todas localizadas no Nordeste: Alagoas (2,1), Paraíba (2,4), Piauí (2,4), Pernambuco (2,6), Maranhão (2,5) e Ceará (2,5).
A distribuição regional do pessoal ocupado revelou que São Paulo teve a maior participação, com 30,1%, superior a todo o restante da Região Sudeste (22,1%), seguida das regiões Sul (18,5%, 1); Nordeste (16,8%, 1); Centro-Oeste (7,8%, 1); e Norte (4,7%). Em São Paulo também ocorreram as maiores participações no pessoal ocupado assalariado (29,7%) e em salários e outras remunerações (36,4%).
á as capitais com maior participação de pessoal ocupado assalariado em comparação aos estados de origem foram: Boa Vista (89,2%, 1); Manaus (87,2%, 1); Macapá (84,3%, 1); e Rio Branco (81,5%), todos localizados na Região Norte. Por outro lado, as menores participações foram registradas em Florianópolis (14,3%, 1); Porto Alegre (27,0%, 1); e Vitória (29,7%).
A atividade de Administração pública, defesa e seguridade social apresentou as maiores participações no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com 39,0%, 34,4%, e 33,0%, respectivamente. As Indústrias de transformação apresentaram alta concentração de pessoal ocupado no Sul e no Sudeste. As duas regiões responderam, juntas, por 79,0% do total nacional, com destaque para São Paulo, com 35,6% do total. A participação da região Sul foi de 26,0% e os outros estados do Sudeste, excluindo São Paulo, ficaram em 17,4%. Já as regiões Norte e Centro-Oeste tiveram baixa participação, com 3,6% e 4,7%, respectivamente.
( da redação com informações de assessoria)
Os estados com níveis de salário médio mensal mais altos foram: Distrito Federal (6,8 salários mínimos, 1); São Paulo (4,5, 1); Rio de Janeiro (4,3, 1); Amapá, (4,0, 1); e Roraima (3,9).
Já as Unidades da Federação com os salários médios mensais mais baixos (em número de salários mínimos) estavam todas localizadas no Nordeste: Alagoas (2,1), Paraíba (2,4), Piauí (2,4), Pernambuco (2,6), Maranhão (2,5) e Ceará (2,5).
A distribuição regional do pessoal ocupado revelou que São Paulo teve a maior participação, com 30,1%, superior a todo o restante da Região Sudeste (22,1%), seguida das regiões Sul (18,5%, 1); Nordeste (16,8%, 1); Centro-Oeste (7,8%, 1); e Norte (4,7%). Em São Paulo também ocorreram as maiores participações no pessoal ocupado assalariado (29,7%) e em salários e outras remunerações (36,4%).
á as capitais com maior participação de pessoal ocupado assalariado em comparação aos estados de origem foram: Boa Vista (89,2%, 1); Manaus (87,2%, 1); Macapá (84,3%, 1); e Rio Branco (81,5%), todos localizados na Região Norte. Por outro lado, as menores participações foram registradas em Florianópolis (14,3%, 1); Porto Alegre (27,0%, 1); e Vitória (29,7%).
A atividade de Administração pública, defesa e seguridade social apresentou as maiores participações no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com 39,0%, 34,4%, e 33,0%, respectivamente. As Indústrias de transformação apresentaram alta concentração de pessoal ocupado no Sul e no Sudeste. As duas regiões responderam, juntas, por 79,0% do total nacional, com destaque para São Paulo, com 35,6% do total. A participação da região Sul foi de 26,0% e os outros estados do Sudeste, excluindo São Paulo, ficaram em 17,4%. Já as regiões Norte e Centro-Oeste tiveram baixa participação, com 3,6% e 4,7%, respectivamente.
( da redação com informações de assessoria)