Sergipe. Líder do Governo critica ex-governador João Alves por ter movido processo contra jornalistas.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 23/08/2007) A Política Real teve acesso.
A atitude do ex-governador do Sergipe, João Alves Filho (DEM), que está processando judicialmente o “Jornal do Dia”, de Aracaju, e os jornalistas Luiz Eduardo Costa, Rita de Oliveira e Cássia Santana, todos colunistas políticos daquele veículo de comunicação - foi “repudiada” na sessão desta quinta-feira ,23, pelo deputado estadual Francisco Gualberto (PT). O lííder do governo na Assembléia Legislativa do Sergipe, Gualberto classifica a atitude de atentado contra a democracia.
Na ação, o ex-governador alega que foi retratado de forma indevida pelo jornal no episódio que envolveu a Operação Navalha, da Polícia Federal. Nesse aspecto, Gualberto lembrou que se trata de assunto amplamente divulgado pela imprensa nacional, já que a Operação Navalha prendeu suspeitos em vários estados do país. Em Sergipe, o empresário João Alves Neto, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Flávio Conceição, e o ex-deputado federal Ivan Paixão, estavam entre os detidos. “O Jornal do Dia repercutiu o assunto, assim como os demais veículos de imprensa em Sergipe e fora daqui”, disse o deputado.
Da tribuna, o líder do governo fez um apelo a todos os correligionários do ex-governador para que desista da ação judicial, por uma questão de bom senso, já que na sua ação pede indenização por danos morais e ainda o pagamento de custas processuais no valor de R$ 23 mil. “Significa uma tentativa clara de inviabilizar aquele instrumento de comunicação. Porque a depender da indenização a ser definida pelo Judiciário, se o jornal for condenado, obviamente que o veículo estará inviabilizado”, ressaltou Gualberto, informando que o Jornal do Dia é mantido por pequenos empresários e gera empregos diretos e indiretos na capital.
“Não é uma atitude muito feliz do ex-governador. A gente não pode sair por aí processando jornalistas por uma simples discordância de opinião. Digo isso com muita segurança porque já fui caluniado pelo ex-governador João Alves e nunca recorri à Justiça”, revelou Francisco Gualberto. Segundo ele, logo após ter assumido o primeiro mandato como deputado, o governo de então havia enviado à Assembléia um projeto de lei taxando os inativos. Na ocasião, Gualberto manifestou-se contra.
“Daí João Alves foi para a imprensa, fez uma coletiva e disse que eu estava contra a cobrança de inativos no Estado, mas que como vereador tinha votado a favor da cobrança dos inativos no município de Aracaju. Isso sem que o então prefeito Marcelo Déda tivesse sequer mandado projeto dessa natureza para a Câmara”, afirmou o deputado, lembrando que esse projeto só entrou na pauta da Câmara em Aracaju no primeiro semestre desse ano.
“Seis anos depois que eu deixei de ser vereador. Portanto, ele tentou gerar prejuízo da minha imagem política e faltou com a verdade”.
Francisco Gualberto disse ainda que na própria Assembléia o deputado Augusto Bezerra, aliado de João Alves, tentou reforçar a inverdade contada pelo ex-governador e nem por isso processou os responsáveis. “João Alves precisa rever sua posição, inclusive, porque precisará continuar merecendo o respeito da imprensa. Além disso, precisa ser justo, porque já caluniou e não foi processado. Já andou pela ponte da inverdade em muitas ocasiões e nunca foi processado”, afirmou Gualberto.
( da redação com informações de assessoria)
A atitude do ex-governador do Sergipe, João Alves Filho (DEM), que está processando judicialmente o “Jornal do Dia”, de Aracaju, e os jornalistas Luiz Eduardo Costa, Rita de Oliveira e Cássia Santana, todos colunistas políticos daquele veículo de comunicação - foi “repudiada” na sessão desta quinta-feira ,23, pelo deputado estadual Francisco Gualberto (PT). O lííder do governo na Assembléia Legislativa do Sergipe, Gualberto classifica a atitude de atentado contra a democracia.
Na ação, o ex-governador alega que foi retratado de forma indevida pelo jornal no episódio que envolveu a Operação Navalha, da Polícia Federal. Nesse aspecto, Gualberto lembrou que se trata de assunto amplamente divulgado pela imprensa nacional, já que a Operação Navalha prendeu suspeitos em vários estados do país. Em Sergipe, o empresário João Alves Neto, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Flávio Conceição, e o ex-deputado federal Ivan Paixão, estavam entre os detidos. “O Jornal do Dia repercutiu o assunto, assim como os demais veículos de imprensa em Sergipe e fora daqui”, disse o deputado.
Da tribuna, o líder do governo fez um apelo a todos os correligionários do ex-governador para que desista da ação judicial, por uma questão de bom senso, já que na sua ação pede indenização por danos morais e ainda o pagamento de custas processuais no valor de R$ 23 mil. “Significa uma tentativa clara de inviabilizar aquele instrumento de comunicação. Porque a depender da indenização a ser definida pelo Judiciário, se o jornal for condenado, obviamente que o veículo estará inviabilizado”, ressaltou Gualberto, informando que o Jornal do Dia é mantido por pequenos empresários e gera empregos diretos e indiretos na capital.
“Não é uma atitude muito feliz do ex-governador. A gente não pode sair por aí processando jornalistas por uma simples discordância de opinião. Digo isso com muita segurança porque já fui caluniado pelo ex-governador João Alves e nunca recorri à Justiça”, revelou Francisco Gualberto. Segundo ele, logo após ter assumido o primeiro mandato como deputado, o governo de então havia enviado à Assembléia um projeto de lei taxando os inativos. Na ocasião, Gualberto manifestou-se contra.
“Daí João Alves foi para a imprensa, fez uma coletiva e disse que eu estava contra a cobrança de inativos no Estado, mas que como vereador tinha votado a favor da cobrança dos inativos no município de Aracaju. Isso sem que o então prefeito Marcelo Déda tivesse sequer mandado projeto dessa natureza para a Câmara”, afirmou o deputado, lembrando que esse projeto só entrou na pauta da Câmara em Aracaju no primeiro semestre desse ano.
“Seis anos depois que eu deixei de ser vereador. Portanto, ele tentou gerar prejuízo da minha imagem política e faltou com a verdade”.
Francisco Gualberto disse ainda que na própria Assembléia o deputado Augusto Bezerra, aliado de João Alves, tentou reforçar a inverdade contada pelo ex-governador e nem por isso processou os responsáveis. “João Alves precisa rever sua posição, inclusive, porque precisará continuar merecendo o respeito da imprensa. Além disso, precisa ser justo, porque já caluniou e não foi processado. Já andou pela ponte da inverdade em muitas ocasiões e nunca foi processado”, afirmou Gualberto.
( da redação com informações de assessoria)