Bahia. Fernando de Fabinho(DEM-BA) diz que Governo precisa resolver questão estrutural para o País crescer
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 22/08/2007) A Política Real teve acesso. O deputado Fernando de Fabinho (DEM/BA) disse hoje, em entrevista ao programa “Brasil em Debate”, da TV Câmara, que a questão energética do Brasil tem de ser resolvida, pois, do contrário, o País vai ter enormes prejuízos, apesar de ter batido recordes de arrecadação e aumentado, a cada ano, os números das exportações, e os resultados da balança comercial também serem positivos.
Na entrevista, Fabinho afirmou que não adianta o Brasil ter alguns índices positivos, se os investidores estrangeiros, principalmente os grandes, não têm condições de investir com maior efetividade no País por causa de sua infra-estrutura, que não permite que eles possam, de fato, aumentar seus negócios e com isso fomentar ainda mais a economia brasileira.
“O Governo Lula é forte, reconheço, porque tem aprovado seus projetos na Câmara. Mas isso não significa que esse governo não tenha calcanhar de Aquiles, pois o tem, que são exatamente a infra-estrutura e o sistema de energia. Não adianta o Brasil ter cerca de R$ 160 bilhões de reservas e não ter estrutura para desenvolver seu próprio crescimento a índices satisfatórios. Ou seja, que permitam a criação de empregos em massa e façam os investidores confiarem no nosso País para implementarem seus negócios” — pondera Fernando de Fabinho.
Fernando de Fabinho disse ainda que, como relator do PAC, nas áreas de saneamento e moradia popular, ele percebeu que não basta apenas ter dinheiro disponível para aplicar no País e favorecer a população brasileira. Para Fabinho, distribuir e aplicar recursos requer estruturas viáveis como portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, energia, hotelaria e segurança, dentre muitos outros fatores que favoreçam o desenvolvimento de políticas públicas de investimentos.
“Aliada às políticas públicas, o Governo precisa abrir canais para a iniciativa privada, que é uma parceira importante” – diz Fernando de Fabinho que acrescenta: “O Brasil também deve grande parte de seu crescimento à agricultura e à pecuária, que trazem para o País muitas divisas. Não adianta, portanto, o Governo mostrar índices positivos, inclusive relacionados ao social, como o Bolsa Família, se não há uma ordem seqüencial de prioridades no que concerne a recuperarmos e criarmos infra-estruturas que viabilizem o crescimento de nossa economia e conseqüente melhoria nos índices sociais deste País” — conclui Fernando de Fabinho.
( da redação com informações de assessoria)
Na entrevista, Fabinho afirmou que não adianta o Brasil ter alguns índices positivos, se os investidores estrangeiros, principalmente os grandes, não têm condições de investir com maior efetividade no País por causa de sua infra-estrutura, que não permite que eles possam, de fato, aumentar seus negócios e com isso fomentar ainda mais a economia brasileira.
“O Governo Lula é forte, reconheço, porque tem aprovado seus projetos na Câmara. Mas isso não significa que esse governo não tenha calcanhar de Aquiles, pois o tem, que são exatamente a infra-estrutura e o sistema de energia. Não adianta o Brasil ter cerca de R$ 160 bilhões de reservas e não ter estrutura para desenvolver seu próprio crescimento a índices satisfatórios. Ou seja, que permitam a criação de empregos em massa e façam os investidores confiarem no nosso País para implementarem seus negócios” — pondera Fernando de Fabinho.
Fernando de Fabinho disse ainda que, como relator do PAC, nas áreas de saneamento e moradia popular, ele percebeu que não basta apenas ter dinheiro disponível para aplicar no País e favorecer a população brasileira. Para Fabinho, distribuir e aplicar recursos requer estruturas viáveis como portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, energia, hotelaria e segurança, dentre muitos outros fatores que favoreçam o desenvolvimento de políticas públicas de investimentos.
“Aliada às políticas públicas, o Governo precisa abrir canais para a iniciativa privada, que é uma parceira importante” – diz Fernando de Fabinho que acrescenta: “O Brasil também deve grande parte de seu crescimento à agricultura e à pecuária, que trazem para o País muitas divisas. Não adianta, portanto, o Governo mostrar índices positivos, inclusive relacionados ao social, como o Bolsa Família, se não há uma ordem seqüencial de prioridades no que concerne a recuperarmos e criarmos infra-estruturas que viabilizem o crescimento de nossa economia e conseqüente melhoria nos índices sociais deste País” — conclui Fernando de Fabinho.
( da redação com informações de assessoria)