Pernambuco. Fernando Ferro presta contas sobre ação da Comissão de Mudanças Climáticas.
Ele foi a plenário contar detalhes da viagem a Inglaterra.
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( Brasília-DF, 08/08/2007) A Política Real teve acesso.
O deputado Fernando Ferro(PT-PE) foi hoje ao plenário Ulysses Guimarães da Câmara Federal fazer a prestação de contas de uma viagem que fez a Inglaterra por conta da Comissão Mista da Câmara e do Senado que analisa as mudanças climáticas. Ele disse que foi ao famoso IPCC, em Londres, esteve com a Federação das Indústrias da Ingleterra. Veja a íntegra da falação. Ferro se colocou otimista face entender que o forte da matriz energética brasileira é limpa:
Veja a íntegra da falação:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, demais participantes desta sessão, vou fazer um relato de viagem que fizemos à Inglaterra, representando a Comissão Mista da Câmara e do Senado que analisa as mudanças climáticas. Esta Comissão faz o diagnóstico da política do processo de mudanças climáticas no Brasil e, a convite do Governo da Inglaterra, alguns Parlamentares fomos participar de uma série de debates.
Em Londres, estivemos no Ministério da Agricultura e Meio Ambiente e no Ministério de Relações Exteriores. Reunimo-nos com a Federação das Indústrias da Inglaterra, com um conjunto de ONGs daquele País. Estivemos também em reuniões com uma empresa petrolífera da Inglaterra, a British Petroleum
Fizemos uma importante visita ao Sr. Nicholas Stern, autor do relatório do IPCC sobre Mudanças Climáticas. Pudemos, em uma palestra de cerca de 30 minutos, ouvir daquele pesquisador, que éprofundamente comprometido com esse debate, uma série de alertas sobre as políticas que, em escala mundial, se desenvolvem em função dessas alterações.
Constatamos que a Inglaterra está determinando uma série de iniciativas a partir da sua Capital, Londres, para conviver com esses novos tempos da adoção de políticas sustentáveis de combate ao agravamento das condições ambientais como conseqüência das mudanças climáticas.
Informou o Sr. Nicholas Stern que, com a concentração de 430 partes por milhão de gás carbônico na atmosfera, um índice que se aproxima perigosamente dos 450, índice que determina graves probabilidades de termos aumento de 2 graus na temperatura média do Planeta Terra, e as conseqüências, sobre as quais vários cientistas já fizeram alertas, como inundações de cidades costeiras, fenômenos naturais acelerados — furacões e grandes enchentes, conforme estamos vendo em algumas regiões do mundo — e secas, que tornam ainda mais adversa a situação do nosso semi-árido, bem como aumenta a possibilidade de a Floresta Amazônica ser gravemente atingida por este problema ambiental.
Entendemos que há uma uma expectativa extremamente positiva como o Brasil, primeiro por ser um País que tem matriz energética muito limpa, por ter fartas reservas de fontes hidrelétricas para geração de energia e também por estar desenvolvendo todo um debate sobre a utilização de biocombustíveis, do etanol e da experiência de que hoje o Brasil dispõe em escala mundial, requisitada como exemplo e que faz, sem sombra de dúvida, um importante papel no debate mundial sobre a adoção de práticas sustentáveis para o uso de energia.
Neste aspecto, Sr. Presidente, posso dizer que as audiências foram extremamente oportunas. E o trabalho culminará com a visita de grupos estrangeiros ao nosso País para tratar de assunto tão importante que temos desenvolvido na Comissão Mista de Mudanças Climáticas, da qual faço parte e que é composta por membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Muito obrigado.”
( da redação com informações de assessoria)
O deputado Fernando Ferro(PT-PE) foi hoje ao plenário Ulysses Guimarães da Câmara Federal fazer a prestação de contas de uma viagem que fez a Inglaterra por conta da Comissão Mista da Câmara e do Senado que analisa as mudanças climáticas. Ele disse que foi ao famoso IPCC, em Londres, esteve com a Federação das Indústrias da Ingleterra. Veja a íntegra da falação. Ferro se colocou otimista face entender que o forte da matriz energética brasileira é limpa:
Veja a íntegra da falação:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, demais participantes desta sessão, vou fazer um relato de viagem que fizemos à Inglaterra, representando a Comissão Mista da Câmara e do Senado que analisa as mudanças climáticas. Esta Comissão faz o diagnóstico da política do processo de mudanças climáticas no Brasil e, a convite do Governo da Inglaterra, alguns Parlamentares fomos participar de uma série de debates.
Em Londres, estivemos no Ministério da Agricultura e Meio Ambiente e no Ministério de Relações Exteriores. Reunimo-nos com a Federação das Indústrias da Inglaterra, com um conjunto de ONGs daquele País. Estivemos também em reuniões com uma empresa petrolífera da Inglaterra, a British Petroleum
Fizemos uma importante visita ao Sr. Nicholas Stern, autor do relatório do IPCC sobre Mudanças Climáticas. Pudemos, em uma palestra de cerca de 30 minutos, ouvir daquele pesquisador, que éprofundamente comprometido com esse debate, uma série de alertas sobre as políticas que, em escala mundial, se desenvolvem em função dessas alterações.
Constatamos que a Inglaterra está determinando uma série de iniciativas a partir da sua Capital, Londres, para conviver com esses novos tempos da adoção de políticas sustentáveis de combate ao agravamento das condições ambientais como conseqüência das mudanças climáticas.
Informou o Sr. Nicholas Stern que, com a concentração de 430 partes por milhão de gás carbônico na atmosfera, um índice que se aproxima perigosamente dos 450, índice que determina graves probabilidades de termos aumento de 2 graus na temperatura média do Planeta Terra, e as conseqüências, sobre as quais vários cientistas já fizeram alertas, como inundações de cidades costeiras, fenômenos naturais acelerados — furacões e grandes enchentes, conforme estamos vendo em algumas regiões do mundo — e secas, que tornam ainda mais adversa a situação do nosso semi-árido, bem como aumenta a possibilidade de a Floresta Amazônica ser gravemente atingida por este problema ambiental.
Entendemos que há uma uma expectativa extremamente positiva como o Brasil, primeiro por ser um País que tem matriz energética muito limpa, por ter fartas reservas de fontes hidrelétricas para geração de energia e também por estar desenvolvendo todo um debate sobre a utilização de biocombustíveis, do etanol e da experiência de que hoje o Brasil dispõe em escala mundial, requisitada como exemplo e que faz, sem sombra de dúvida, um importante papel no debate mundial sobre a adoção de práticas sustentáveis para o uso de energia.
Neste aspecto, Sr. Presidente, posso dizer que as audiências foram extremamente oportunas. E o trabalho culminará com a visita de grupos estrangeiros ao nosso País para tratar de assunto tão importante que temos desenvolvido na Comissão Mista de Mudanças Climáticas, da qual faço parte e que é composta por membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Muito obrigado.”
( da redação com informações de assessoria)