Nordeste e o Poder. Tirar Dornelles agora nada mais é que um golpe, entende João Leão.
Pepista é vice-líder da Câmara no Congresso Nacional.
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(Brasília,DF, 08/08/2007) Com a morte do deputado Nélio Dias(PP/RN) o partido ficou sem presidente nacional. Deveria assumir o cargo deixado por Nélio Dias o 1º vice, senador Francisco Dornelles( PP-RJ), eleito numa coligação partidária com o então candidato ao governador do estado, Sérgio Cabral do PMDB.
Esta aproximação vitoriosa entre os dois cariocas, Dornelles e Cabral, gerou no PP nordestino um certo "ciúme" e uma certa desconfiança com relação a forma de presidir o partido ao nível nacional, a partir de agora, com a vacância do cargo.
Uma parte da bancada pepista nordestina, na Câmara, alega que além do distanciamento existente entre o senado e a Câmara dos deputados, por serem duas Casas de trabalhos distintas, existe a questão que Dornelles não conhecer profundamente os problemas político-sociais existentes no Nordeste, o que poderá enfraquecer o partido na região e que tem vários nomes com destaque na Câmara Federal.
Tentando evitar, o que muitos chamam de "desgaste político", alguns parlamentares defendem até mesmo mesmo a possibilidade de uma nova eleição para a escolha do novo presidente nacional do PP.
Defendem, inclusive, a candidatura de um deputado nordestino, recaindo a escolha sobre o nome emergente do deputado Fábio Faria(RN). Apesar dessa tendência obervada, tem pepista importante alegando que uma mudança antes da época é golpe.
O PP faz parte da base aliada do governo Lula, tendo inclusive um parlamentar como vice-líder do governo no Congresso. É o deputado João Leão, da Bahia.
João Leão defende a posse imediata do senador Dornelles na presidência do PP, afirmando que "tirar do senador Dornelles, agora, o direito de assumir a presidência do partido, nada mais é do que um golpe".
De acordo com o vice-líder do governo, da Câmara, no Congresso Nacional, deputado João Leão, "Francisco Dornelles assumirá a presidência do PP, tranqüilamente. Afinal, esta é a lei que está em vigor e também é o que manda o estatuto do partido. Ele assumirá a presidência do PP sem nenhum problema", encerrou João Leão.
( Por Almiro Archimedes, especial para a Política Real, com edição de Genésio Araújo Junior)
Esta aproximação vitoriosa entre os dois cariocas, Dornelles e Cabral, gerou no PP nordestino um certo "ciúme" e uma certa desconfiança com relação a forma de presidir o partido ao nível nacional, a partir de agora, com a vacância do cargo.
Uma parte da bancada pepista nordestina, na Câmara, alega que além do distanciamento existente entre o senado e a Câmara dos deputados, por serem duas Casas de trabalhos distintas, existe a questão que Dornelles não conhecer profundamente os problemas político-sociais existentes no Nordeste, o que poderá enfraquecer o partido na região e que tem vários nomes com destaque na Câmara Federal.
Tentando evitar, o que muitos chamam de "desgaste político", alguns parlamentares defendem até mesmo mesmo a possibilidade de uma nova eleição para a escolha do novo presidente nacional do PP.
Defendem, inclusive, a candidatura de um deputado nordestino, recaindo a escolha sobre o nome emergente do deputado Fábio Faria(RN). Apesar dessa tendência obervada, tem pepista importante alegando que uma mudança antes da época é golpe.
O PP faz parte da base aliada do governo Lula, tendo inclusive um parlamentar como vice-líder do governo no Congresso. É o deputado João Leão, da Bahia.
João Leão defende a posse imediata do senador Dornelles na presidência do PP, afirmando que "tirar do senador Dornelles, agora, o direito de assumir a presidência do partido, nada mais é do que um golpe".
De acordo com o vice-líder do governo, da Câmara, no Congresso Nacional, deputado João Leão, "Francisco Dornelles assumirá a presidência do PP, tranqüilamente. Afinal, esta é a lei que está em vigor e também é o que manda o estatuto do partido. Ele assumirá a presidência do PP sem nenhum problema", encerrou João Leão.
( Por Almiro Archimedes, especial para a Política Real, com edição de Genésio Araújo Junior)