Sergipe. Assassinato mobilizou AL-SE, hoje; Envolvimento do ex-prefeito de Itabaina foi o ponto de destaque.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 07/08/2007) A Política Real teve acesso. Morte do comerciante Galego mobilizou dos deputados estaduais, hoje.
Não havia e nunca houve qualquer vínculo empregatício ou de outra natureza entre o comerciante Jackson da Silva Santos, 35 anos, o Galego, assassinado no último dia 18 de julho, em Itabaiana, com o ex-prefeito daquela cidade Luciano Bispo, afirmou hoje (7) o deputado estadual Arnaldo Bispo (DEM), que estranha que o jornal Cinform insista na matéria e faça ligação entre Jackson e Luciano.
O deputado, que é irmão do ex-prefeito, disse que a família ainda não tinha se manifestado com relação ao crime, porque não há ligação entre Jackson e Luciano, mas, como o semanário Cinform insiste nessa vinculação, ele foi obrigado a prestar esclarecimento na tribuna da Assembléia Legislativa, na sessão dessa manhã. Arnaldo Bispo elogiou a delegada Gisele Martins pela preocupação com a segurança do ex-prefeito Luciano Bispo.
O parlamentar afirmou que conhecia Jackson porque a família do comerciante vota no grupo político liderado por Luciano Bispo. De acordo com Arnaldo, nas eleições de 2006, Jackson, no entanto, votou com o ex-deputado estadual Zé Milton de Zé de Dona (PSL) e com o deputado federal Jerônimo Reis (DEM), não votando nele [Arnaldo] e nem no deputado federal José Carlos Machado (DEM). Conforme Arnaldo, Jackson era afilhado do ex-candidato a prefeito de Itabaiana José Carlos Góes, o Carlinhos da Atlética (PMDB).
Lamentou Arnaldo Bispo que a delegada Gisele Martins não foi bem informada, quando lhe disseram que Jackson era segurança de Luciano. “Nós temos a consciência tranqüila, porque nossa família nunca matou ninguém. Nossa família nunca foi numa Delegacia. Meu pai morreu com 96 anos e nunca usou sequer um canivete”, disse o parlamentar. “Luciano Bispo está tranqüilo e nunca precisou de segurança alguma. Nossa segurança é Deus, porque isso foi ensinado por nossos pais”, acrescentou Arnaldo Bispo. “Vivo tranqüilo e não carrego nem um canivete. Acredito que política se faz com seriedade, trabalhando pelo Estado e o país”, acentuou.
OUTRO LADO - Mesmo não sendo do grupo político de Luciano Bispo, o deputado estadual Gilmar Carvalho (PSB) disse hoje ,7, na Assembléia Legislativa que não pode admitir que o ex-prefeito de Itabaiana seja relacionado com o comerciante Jackson da Silva Santos, assassinado no dia 18 de julho.
“Não se pode permitir que o nome de Luciano seja confundido com um marginal ou com protetor de bandido. Quem conhece a história de Zezé de Bevenuto (pai do ex-prefeito) sabe que a sua família nunca teve ligação com marginais e nunca protegeu bandido”, disse Gilmar Carvalho.
Conforme o parlamentar, Luciano Bispo não é “peixe graúdo”, a quem está sendo pejorativamente atribuído o crime. “Isto é extremamente grave e é uma ameaça velada a Luciano Bispo e precisa ser esclarecida, porque o deputado Arnaldo Bispo, seu irmão Luciano Bispo e nenhum membro dessa família têm qualquer ligação com marginais”, garantiu Gilmar Carvalho.
( da redação com informações de assessoria)
Não havia e nunca houve qualquer vínculo empregatício ou de outra natureza entre o comerciante Jackson da Silva Santos, 35 anos, o Galego, assassinado no último dia 18 de julho, em Itabaiana, com o ex-prefeito daquela cidade Luciano Bispo, afirmou hoje (7) o deputado estadual Arnaldo Bispo (DEM), que estranha que o jornal Cinform insista na matéria e faça ligação entre Jackson e Luciano.
O deputado, que é irmão do ex-prefeito, disse que a família ainda não tinha se manifestado com relação ao crime, porque não há ligação entre Jackson e Luciano, mas, como o semanário Cinform insiste nessa vinculação, ele foi obrigado a prestar esclarecimento na tribuna da Assembléia Legislativa, na sessão dessa manhã. Arnaldo Bispo elogiou a delegada Gisele Martins pela preocupação com a segurança do ex-prefeito Luciano Bispo.
O parlamentar afirmou que conhecia Jackson porque a família do comerciante vota no grupo político liderado por Luciano Bispo. De acordo com Arnaldo, nas eleições de 2006, Jackson, no entanto, votou com o ex-deputado estadual Zé Milton de Zé de Dona (PSL) e com o deputado federal Jerônimo Reis (DEM), não votando nele [Arnaldo] e nem no deputado federal José Carlos Machado (DEM). Conforme Arnaldo, Jackson era afilhado do ex-candidato a prefeito de Itabaiana José Carlos Góes, o Carlinhos da Atlética (PMDB).
Lamentou Arnaldo Bispo que a delegada Gisele Martins não foi bem informada, quando lhe disseram que Jackson era segurança de Luciano. “Nós temos a consciência tranqüila, porque nossa família nunca matou ninguém. Nossa família nunca foi numa Delegacia. Meu pai morreu com 96 anos e nunca usou sequer um canivete”, disse o parlamentar. “Luciano Bispo está tranqüilo e nunca precisou de segurança alguma. Nossa segurança é Deus, porque isso foi ensinado por nossos pais”, acrescentou Arnaldo Bispo. “Vivo tranqüilo e não carrego nem um canivete. Acredito que política se faz com seriedade, trabalhando pelo Estado e o país”, acentuou.
OUTRO LADO - Mesmo não sendo do grupo político de Luciano Bispo, o deputado estadual Gilmar Carvalho (PSB) disse hoje ,7, na Assembléia Legislativa que não pode admitir que o ex-prefeito de Itabaiana seja relacionado com o comerciante Jackson da Silva Santos, assassinado no dia 18 de julho.
“Não se pode permitir que o nome de Luciano seja confundido com um marginal ou com protetor de bandido. Quem conhece a história de Zezé de Bevenuto (pai do ex-prefeito) sabe que a sua família nunca teve ligação com marginais e nunca protegeu bandido”, disse Gilmar Carvalho.
Conforme o parlamentar, Luciano Bispo não é “peixe graúdo”, a quem está sendo pejorativamente atribuído o crime. “Isto é extremamente grave e é uma ameaça velada a Luciano Bispo e precisa ser esclarecida, porque o deputado Arnaldo Bispo, seu irmão Luciano Bispo e nenhum membro dessa família têm qualquer ligação com marginais”, garantiu Gilmar Carvalho.
( da redação com informações de assessoria)