Maranhão. Deputados dizem que greve dos professores tem cunho político; Fala do líder do Governo dá tom oficial ao reconhecimento da guerra política.
A Politica Real teve acesso.
Publicado em
( Brasília-DF, 07/08/2007) A Política Real teve acesso. Os deputados estaduais Pedro Veloso (PDT), Valdinar Barros (PT) e Edivaldo Holanda (PTC), líder do governo na Assembléia Legislativa, classificaram de “política” a greve dos professores, na sessão desta terça-feira, 07. Fala do líder do Governo na AL dá tom oficial a guerra política entre Governo e Oposição.
Os parlamentares disseram que são testemunhas do esforço do governador Jackson Lago, que abriu as portas para dialogar com representantes da categoria, na intenção de negociar propostas e reiniciar as aulas sem prejuízos aos estudantes.
Edivaldo Holanda reiterou que, mesmo com a ilegalidade da greve, decretada pela Justiça, o governador continua disposto a manter o diálogo com os professores. “O interesse do governador, desde o primeiro momento, foi no sentido da negociação tanto com os professores quanto com as demais categorias”, frisou o parlamentar, em resposta a críticas formuladas pelos deputados Ricardo Murad (PMDB) e César Pires (DEM).
O líder do governo lembrou todo o histórico das negociações com os professores e ressaltou que, na tentativa de resolver o impasse, mais de 12 itens de propostas foram oferecidos aos professores, na busca de um acordo. “Infelizmente, eles não aceitaram. O que eles querem é a revogação da Lei e isso é impossível, porque prejudicaria os demais servidores do estado”, afirmou.
“É lamentável os prejuízos causados aos estudantes, à sociedade e aos próprios professores. Mas ainda acreditamos que chegaremos a um consenso”, disse o líder do governo. Ele chamou a atenção para a necessidade de que as lideranças do movimento reivindicatório ajam com mais maturidade e transigência.
Movimento orquestrado – Pedro Veloso fez um forte discurso em defesa do governo e disse que a greve é puxada por um movimento orquestrado pelo grupo Sarney. Ele disse que 90% dos professores já voltaram às salas de aula e que uma minoria ainda resiste por questões políticas. “O governador esteve, o tempo todo, aberto às negociações. Temos um governo que tem responsabilidade de mudar o Maranhão”, afirmou.
Valdinar Barros reiterou que o governador nunca se recusou a sentar com a categoria e lembrou que governo e professores dialogaram em 14 audiências. “Tudo que foi possível, o governo ofereceu. Agora, a greve é inconstitucional porque prejudica os estudantes”, ressaltou o deputado do PT.
Negociações - Entre os vários avanços registrados durante as negociações entre governo e sindicalistas está o compromisso da implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) do Magistério da Educação Básica. De acordo com as propostas, o governo garante que, por ocasião da elaboração do PCCS de Magistério da Educação Básica, serão observados parâmetros nacionais para estabelecer o piso salarial.
Numa das propostas, o salário dos níveis iniciais de ensino básico ficaria no valor de R$ 683,00, o que representa um ganho significativo. A revisão geral vai ser feita anualmente na data de 1º de maio com início a partir do próximo ano.
O governo do estado propôs ainda, além de outros pontos positivos, a transformação da vantagem pessoal do qüinqüênio em anuênio, com garantia da correção anual pela inflação, mais a revisão geral. A gratificação por titulação, convertida em vantagem pessoal, também teria a garantia de correção anual pela inflação, mais a revisão geral.
( da redação com informações de assessoria)
Os parlamentares disseram que são testemunhas do esforço do governador Jackson Lago, que abriu as portas para dialogar com representantes da categoria, na intenção de negociar propostas e reiniciar as aulas sem prejuízos aos estudantes.
Edivaldo Holanda reiterou que, mesmo com a ilegalidade da greve, decretada pela Justiça, o governador continua disposto a manter o diálogo com os professores. “O interesse do governador, desde o primeiro momento, foi no sentido da negociação tanto com os professores quanto com as demais categorias”, frisou o parlamentar, em resposta a críticas formuladas pelos deputados Ricardo Murad (PMDB) e César Pires (DEM).
O líder do governo lembrou todo o histórico das negociações com os professores e ressaltou que, na tentativa de resolver o impasse, mais de 12 itens de propostas foram oferecidos aos professores, na busca de um acordo. “Infelizmente, eles não aceitaram. O que eles querem é a revogação da Lei e isso é impossível, porque prejudicaria os demais servidores do estado”, afirmou.
“É lamentável os prejuízos causados aos estudantes, à sociedade e aos próprios professores. Mas ainda acreditamos que chegaremos a um consenso”, disse o líder do governo. Ele chamou a atenção para a necessidade de que as lideranças do movimento reivindicatório ajam com mais maturidade e transigência.
Movimento orquestrado – Pedro Veloso fez um forte discurso em defesa do governo e disse que a greve é puxada por um movimento orquestrado pelo grupo Sarney. Ele disse que 90% dos professores já voltaram às salas de aula e que uma minoria ainda resiste por questões políticas. “O governador esteve, o tempo todo, aberto às negociações. Temos um governo que tem responsabilidade de mudar o Maranhão”, afirmou.
Valdinar Barros reiterou que o governador nunca se recusou a sentar com a categoria e lembrou que governo e professores dialogaram em 14 audiências. “Tudo que foi possível, o governo ofereceu. Agora, a greve é inconstitucional porque prejudica os estudantes”, ressaltou o deputado do PT.
Negociações - Entre os vários avanços registrados durante as negociações entre governo e sindicalistas está o compromisso da implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) do Magistério da Educação Básica. De acordo com as propostas, o governo garante que, por ocasião da elaboração do PCCS de Magistério da Educação Básica, serão observados parâmetros nacionais para estabelecer o piso salarial.
Numa das propostas, o salário dos níveis iniciais de ensino básico ficaria no valor de R$ 683,00, o que representa um ganho significativo. A revisão geral vai ser feita anualmente na data de 1º de maio com início a partir do próximo ano.
O governo do estado propôs ainda, além de outros pontos positivos, a transformação da vantagem pessoal do qüinqüênio em anuênio, com garantia da correção anual pela inflação, mais a revisão geral. A gratificação por titulação, convertida em vantagem pessoal, também teria a garantia de correção anual pela inflação, mais a revisão geral.
( da redação com informações de assessoria)