Maranhão. Deputado diz que Censo do IBGE pode trazer prejuízo a São Luís.
A Política Real está atenta.
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( Brasília-DF, 06/08/2007) A Política Real teve acesso.
O deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) chamou a atenção do plenário da AL-MA, na tarde de hoje,06 , para os prejuízos que o Censo de 2007 poderá acarretar a São Luís. Segundo ele, se o resultado do levantamento indicar que a cidade ainda não possui l milhão de habitantes, isso acarretará uma perda de arrecadação da ordem de R$ 20 milhões. “Se for declarado que São Luís tem 999 mil habitantes, o seu FPM (Fundo de Participação do Município) será de R$ 149 milhões; na hipótese de um milhão de habitantes, a receita salta para R$ 169 milhões”.
Holanda lembrou que a polêmica sobre a população de São Luís já se arrasta por muito tempo. “Já se vão anos e anos em que se discute se a cidade tem l milhão de habitantes”.
Ele destacou recente declaração do diretor do IBGE, no Maranhão, Pedro Guedelha, feita na Câmara de Vereadores, de que São Luís já teria ultrapassado à casa de um milhão de moradores.
Mas o pré-censo de 2006 estabeleceu a população de São Luís em 998 mil habitantes. Para Holanda, esse é um forte indício de que a cidade já superou a marca histórica. “Quase dois anos depois (do pré-censo), como é que São Luís não tem agora um milhão de habitantes?”, indagou.
A marca de um milhão de habitantes, na visão de Holanda, traz benefícios além da questão puramente financeira. Ele lembrou a representação da Câmara de Vereadores de São Luís, hoje fixada em 21 vereadores. “Se passarmos de um milhão (de habitantes), esse número subirá para 33 vereadores, é uma representação muito melhor”.
Segundo Holanda, uma das dificuldades do trabalho do Censo é a verticalização de algumas áreas da cidade, como Renascença, Calhau e São Francisco. “Muitos recenseadores não conseguem ter acesso aos apartamentos, e quando chegam lá (no apartamento), não encontram o proprietário”.
Para superar esse problema, Edivaldo Holanda sugere que o IBGE multiplique o número de apartamentos num edifício por uma média padrão de moradores, que ele fixou em quatro pessoas por imóvel, além de considerar todos os apartamentos habitados. “Que o IBGE use o censo com bom-senso”, recomendou.
( da redação com informações de assessoria)
O deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) chamou a atenção do plenário da AL-MA, na tarde de hoje,06 , para os prejuízos que o Censo de 2007 poderá acarretar a São Luís. Segundo ele, se o resultado do levantamento indicar que a cidade ainda não possui l milhão de habitantes, isso acarretará uma perda de arrecadação da ordem de R$ 20 milhões. “Se for declarado que São Luís tem 999 mil habitantes, o seu FPM (Fundo de Participação do Município) será de R$ 149 milhões; na hipótese de um milhão de habitantes, a receita salta para R$ 169 milhões”.
Holanda lembrou que a polêmica sobre a população de São Luís já se arrasta por muito tempo. “Já se vão anos e anos em que se discute se a cidade tem l milhão de habitantes”.
Ele destacou recente declaração do diretor do IBGE, no Maranhão, Pedro Guedelha, feita na Câmara de Vereadores, de que São Luís já teria ultrapassado à casa de um milhão de moradores.
Mas o pré-censo de 2006 estabeleceu a população de São Luís em 998 mil habitantes. Para Holanda, esse é um forte indício de que a cidade já superou a marca histórica. “Quase dois anos depois (do pré-censo), como é que São Luís não tem agora um milhão de habitantes?”, indagou.
A marca de um milhão de habitantes, na visão de Holanda, traz benefícios além da questão puramente financeira. Ele lembrou a representação da Câmara de Vereadores de São Luís, hoje fixada em 21 vereadores. “Se passarmos de um milhão (de habitantes), esse número subirá para 33 vereadores, é uma representação muito melhor”.
Segundo Holanda, uma das dificuldades do trabalho do Censo é a verticalização de algumas áreas da cidade, como Renascença, Calhau e São Francisco. “Muitos recenseadores não conseguem ter acesso aos apartamentos, e quando chegam lá (no apartamento), não encontram o proprietário”.
Para superar esse problema, Edivaldo Holanda sugere que o IBGE multiplique o número de apartamentos num edifício por uma média padrão de moradores, que ele fixou em quatro pessoas por imóvel, além de considerar todos os apartamentos habitados. “Que o IBGE use o censo com bom-senso”, recomendou.
( da redação com informações de assessoria)