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  • Contato Brasil, 04 de junho de 2020 01:42:55
Nordestinas
  • 13/03/2020 08h00

    BASA: Em meio a momento ruim da economia global, BASA anuncia recorde em aplicações e prevê avanço em 2020

    Basa aplicou o recorde e R$ 8,1 bi em fomento na Amazônia
    Foto: assessoria do Basa

    Valdecir Tose falou à imprensa

    ( Publicada originalmente às 15h 21 do dia 12/03/2020) 

    (Brasília-DF, 13/03/2020)  Em meio a momento ruim da economia global, vem notícia boa da Amazônia.  Na manhã desta quinta-feira,12, o presidente do Banco da Amazônia(BASA), Valdecir Tose, anunciou recordes realizados pela Instituição em 2019 na concessão do crédito na região Amazônica. Segundo Valdecir Tose, o Banco atingiu o maior lucro histórico com crescimento de 152% em relação a 2018 atingindo R$275 milhões que representa 14,20% de rentabilidade e auxiliou a elevar nosso Patrimônio Líquido em 13,47%.

    O BASA atingiu o recorde de R$ 8,1 bilhões em 2019 nos financiamentos com recursos de fomento (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte - FNO e outras fontes). Com o FNO, a Instituição aplicou R$ 7,6 bi na Região Norte, contemplando mais de 16.400 projetos. Os resultados foram apresentados à imprensa em Belém, no Pará, sede da instituição.  Só no crédito rural, o BASA teve o recorde de R$ 4,08 bilhões na Região Norte, evidenciando um aumento de 50% em relação a 2018, o que torna o BASA responsável por mais de 63% do crédito de fomento na região Norte. Os demais setores receberam R$ 3,58 bilhões, equivalendo a 46,7%.

    Segundo  Tose, a atuação do Banco atingiu os 450 municípios da Amazônia Legal e tiveram como maior foco os negócios de pequenos portes - agricultores familiares, mini, pequenos e pequeno-médios produtores rurais e suas cooperativas e associações, microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno e pequeno-médio porte - com ênfase para a valorização da pequena produção de base familiar.  Participaram da coletiva os diretores comercial Francimar Maciel e de Controle e Risco, Luís Petrônio Aguiar.

    Os pequenos foram alvo de 60% do crédito oferecido em 2019 com contribuição direta dos aplicativos Pronaf e MPO Digitais que contribuíram para este resultado. O agronegócio regional recebeu R$ 4,5 bilhões, o Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) teve o total de R$ 101 milhões investidos e o setor de infraestrutura foi alvo de R$ 1,5 bilhões em contratações.

    FNO 30 anos

    O  FNO completou 30 anos, em setembro do ano passado, sob a gestão do Banco da Amazônia. Em 2019, foi disponibilizado, para investimentos na região com o FNO, o valor de R$ 9,3 bilhões. As contratações totalizaram R$ 7,67 bilhões, resultado 66,40% maior do que o valor referente ao exercício anterior, quando foram aplicados R$ 4,61 bilhões.

    O FNO foi operacionalizado por meio de cinco programas de financiamento, dentre eles o Programa FNO-Amazônia Sustentável, cujas linhas de crédito contemplam a todos os setores e empreendimentos regionais, sendo o programa que apresentou o melhor desempenho no período, com a contratação de R$ 6,75 bilhões, correspondendo a 88,1% do total contratado. Em seguida, o Programa FNO-MPEI apresentou o valor contratado de R$ 502,1 milhões e o Programa FNO-PRONAF, com R$ 309,5 milhões.

    Agricultura familiar

    Através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), o Banco vem desenvolvendo desse segmento no cenário regional, financiando projetos que atendam aos padrões de responsabilidade ambiental, econômica, social e cultural. No ano passado, o Banco aplicou R$ 309 milhões no PRONAF.

    Com relação ao segmento Pessoa Física, no ano de 2019, o Banco da Amazônia aplicou o montante de R$ 3,75 bilhões nas linhas FNO– PRONAF; FNO – Amazônia Sustentável; FNO - ABC/Biodiversidade, representando um aumento de 48% com relação ao mesmo período de 2018, com destaque para o crescimento expressivo da linha FNO –Amazônia Sustentável.

    Microcrédito

    O Amazônia Florescer, programa de microcrédito do BASA,  atua nas áreas urbana e rural por meio de Termo de Parceria entre o Banco da Amazônia e a Associação de Apoio a Economia Popular da Amazônia (Amazoncred), responsável pela operacionalização do programa por meio de visitas aos empreendedores populares urbanos (informais) e agricultores familiares no local onde desenvolvem suas atividades, envio de propostas de crédito ao Banco da Amazônia, bem como a realização de acompanhamento do ciclo do crédito e cobrança. A vertente urbana faz parte do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), enquanto a vertente rural atua junto ao Programa Nacional de Agricultura Familiar (PRONAF).

    Em 2019, houve a criação e implantação do projeto MPO Digital do Programa Amazônia Florescer Urbano para todas as unidades de Microfinanças. Houve ainda a inauguração das novas unidades de microfinanças em Boa Vista-RR, Araguaína-TO e Macapá-AP.

    Em 2019, o Programa Amazônia Florescer atuou no microcrédito urbano atendendo 41.885 empreendedores populares, aplicando o montante de R$100,6 milhões, um aumento de 2% em relação ao exercício 2018, ocasião em que foi aplicado o valor de R$ 98,7 milhões.

    No que tange ao microcrédito rural, no Exercício 2019, o Programa Amazônia Florescer atendeu 2.730 agricultores familiares, aplicando o montante de R$9,4 milhões.

    Ativos e recuperação de perdas

    As demonstrações financeiras mostram que houve crescimento de 8,1%, representando R$1,53 bi a mais do que no ano de 2018, tendo como maior incremento a carteira de títulos e valores mobiliários, no valor de R$721 milhões e de operações de créditos - R$457,4 milhões, representando 76,7% dos totais dos ativos, contra 76,6% no exercício de 2018. O índice de Basileia fechou com o índice de 12,5% contra 13,4%, apresentado em 2018.

    Em 2019, o resultado consolidado evidencia o volume de RS 198,2 milhões de créditos recuperados, para todas as fontes de recursos, ante R$ 196,8 milhões no mesmo período do ano anterior, incluindo FNO (crescimento de 0,71 %).

    Destaca-se a representatividade das renegociações do público da Lei 13.729/18 (anteriormente Lei 13.340/16) na condição de principal vetor da recuperação, porquanto continuou a impactar positivamente com a regularização das operações inadimplidas, equivalendo a 54,6% do total.

    2020

    Para o ano de 2020, estão disponíveis para investimentos na região R$13 bilhões dos quais, R$ 9,9 bilhões são oriundos do FNO, distribuídos nos estados conforme abaixo:

    ( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)