31 de julho de 2025
ECONOMIA

Confiança Empresarial recuou pelo quarto mês seguido, informa FGV-IBRE

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Por Política Real com assessoria
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FGV revela nova queda da confiança Foto: Imagem do site da FGV-IBRE

(Brasília-DF, 03/10/2026) Na manhã desta terça-feira, 03, o FGV-IBRE divulgou o seu Índice de Confiança Empresarial (ICE) que  recuou 0,3 ponto em outubro, para 89,8 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice segue em tendência descendente, com queda de 0,6 ponto, a segunda consecutiva.

“A confiança empresarial recuou em outubro pelo quarto mês consecutivo, indicando continuidade da tendência de enfraquecimento do nível de atividade ao início do quarto trimestre, com destaque negativo para a Indústria. As avaliações sobre a situação atual seguiram em baixa, mas as perspectivas para os próximos meses melhoraram. Com isso, o Índice de Expectativas (IE) superou o Índice da Situação Atual (ISA) pela primeira vez desde setembro de 2024. No entanto, a alta do IE foi puxada pelo componente que mede a tendência dos negócios seis meses à frente, o que torna difícil separar uma melhora efetiva das perspectivas de um efeito ligado ao fim do período eleitoral”, avalia Aloisio Campelo Jr., pesquisador do FGV IBRE.

Em outubro, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 1,1 ponto, atingindo 89,6 pontos, acumulando perda de 4,5 pontos nos últimos quatro meses. Entre seus componentes, o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios recuou 1,2 ponto, para 87,8 pontos, enquanto o indicador que mede o nível de demanda no momento presente caiu 1,0 ponto, para 91,4 pontos. O Índice de Expectativas Empresariais (IEE), por sua vez, avançou 0,6 ponto no mês, alcançando 90,2 pontos. O resultado encerra a sequência de três meses de quedas consecutivos do IE-E, período em que acumulou perda de 1,5 ponto. Entre seus componentes, o indicador que mede o otimismo com a demanda nos três meses seguintes manteve-se estável em 87,2 pontos, enquanto o indicador que capta as expectativas em relação à evolução dos negócios seis meses à frente subiu 1,2 ponto, para 93,4 pontos.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)