31 de julho de 2025
ECONOMIA

Confiança Empresarial recua pelo terceiro mês seguido, informa FGV-IBRE

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Por Política Real com assessoria
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FGV-IBRE revela confiança Foto: site da FGV-IBRE

(Brasília-DF, 01/10/2026) Na manhã desta quinta-feira, 01, o FGV-IBGE divulgou o seu Índice de Confiança Empresarial (ICE) do FGV IBRE que recuou 1,2 ponto em setembro, para 89,3 pontos.

Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice também segue em tendência declinante, com queda de 1,2 ponto, a segunda consecutiva.

“A confiança empresarial voltou a recuar em setembro, com queda disseminada pelos quatro setores pesquisados pelo IBRE. O destaque negativo ficou por conta da deterioração das expectativas, com piora nas projeções para a demanda nos próximos três meses e para a situação dos negócios nos próximos seis meses. No sentido oposto, as expectativas continuam sinalizando aumento do emprego, embora com arrefecimento do ímpeto de contratações. A combinação de demanda mais fraca, acúmulo de estoques na indústria e elevado comprometimento da renda das famílias ajuda a explicar a maior cautela das empresas. Os resultados indicam avanço, entre os setores, das expectativas de continuidade da tendência de desaceleração da atividade observada neste trimestre”, avalia Aloisio Campelo Jr., pesquisador do FGV IBRE.

Em setembro, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 1,1 ponto, registrando 90,8 pontos, o menor nível desde fevereiro de 2022 (90,6 pontos). Entre seus componentes, o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios caiu 2,3 pontos, para 89,1 pontos, enquanto o indicador que mede o nível de demanda no momento presente avançou 0,2 ponto, para 92,6 pontos. O Índice de Expectativas Empresariais (IE-E), por sua vez, recuou 1,2 ponto no mês, alcançando 87,9 pontos. O índice caiu em cinco dos últimos sete meses, refletindo uma tendência de aumento do pessimismo entre os empresários. Entre seus componentes, o indicador que mede o grau de otimismo com a demanda nos três meses seguintes caiu 0,7 ponto, para 87,1 pontos, enquanto o indicador que capta as expectativas em relação à evolução dos negócios seis meses à frente recuou 1,7 ponto, para 89,0 pontos.

 

 ( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)