31 de julho de 2025
ECONOMIA

Produção industrial regional avançou 0,2% em julho; destaque positivo foi no Amazonas e negativo foi no Mato Grosso

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Por Politica Real com agências
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Zona Franca de Manaus e seu parque industiral foi o destaque Foto: Blog do Econet

(Brasília-DF, 10/09/2026) Na manhã desta quinta-feira, 10, foi divulgada a Pim Regional, sobre a produção regional da indústria de julho.  A produção industrial nacional variou 0,2% frente ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, com oito dos quinze locais pesquisados apresentando resultados positivos.

Os avanços mais acentuados ocorreram no Amazonas (14,6%), Espírito Santo (2,0%), Rio Grande do Sul (1,2%) e Goiás (0,8%). Rio de Janeiro registrou variação nula (0,0%). Já Mato Grosso (-9,0%), Pará (-4,5%), Ceará (-1,8%), Pernambuco (-1,8%) e Paraná (-1,7%) tiveram as quedas mais intensas.

A média móvel trimestral foi de -0,8%, com resultados negativos em doze dos quinze locais pesquisados. Os recuos mais acentuados foram registrados por Mato Grosso (-3,6%), Pará (-2,4%), Bahia (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). Por outro lado, Rio Grande do Sul (1,1%) e Amazonas (0,8%) mostraram os avanços mais elevados em julho de 2026.

 

 

 

Frente a julho de 2025, na série sem ajuste sazonal, a indústria recuou 0,5% em julho de 2026, com 11 dos 18 locais pesquisados apontando redução na produção. As quedas mais intensas foram registradas no Pará (-8,9%) e Maranhão (-6,3%).

No acumulado dos últimos 12 meses, o setor industrial avançou 0,6%, com taxas positivas em sete dos 18 locais pesquisados.

Oito dos quinze locais pesquisados mostraram resultados positivos em julho frente a junho, na série com ajuste sazonal. Amazonas (14,6%) registrou o avanço mais acentuado do mês, com expansão de dois dígitos, impulsionado, em grande parte, pelo retorno à produção de unidades produtivas que haviam paralisado por conta da concessão de férias coletivas em junho de 2026. O crescimento observado em julho no Amazonas foi o mais intenso desde julho de 2020 (15,1%) e eliminou a queda de 12,5% verificada no mês passado. Espírito Santo (2,0%), Rio Grande do Sul (1,2%), Goiás (0,8%), Santa Catarina (0,7%), São Paulo (0,5%), Bahia (0,4%) e Minas Gerais (0,3%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em julho de 2026. Rio de Janeiro teve variação nula (0,0%, repetindo o patamar de produção de junho de 2026.

Por outro lado, Mato Grosso (-9,0%) e Pará (-4,5%) apontaram as reduções mais acentuadas, com o primeiro eliminando o avanço de 1,1% observado no mês anterior; e o segundo completando o quarto mês consecutivo de queda na produção, período em que acumulou perda de 12,8%. Ceará (-1,8%), Pernambuco (-1,8%), Paraná (-1,7%) e Região Nordeste (-0,7%) também mostraram resultados negativos em julho de 2026.

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou queda de 0,8% no trimestre encerrado em julho de 2026 frente ao nível do mês anterior e intensificou a perda de 0,5% verificada em junho último, quando interrompeu a trajetória ascendente iniciada em janeiro de 2026.

Em termos regionais, 12 dos 15 locais pesquisados apontaram taxas negativas neste mês. Os recuos mais acentuados foram registrados por Mato Grosso (-3,6%), Pará (-2,4%), Bahia (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). Por outro lado, Rio Grande do Sul (1,1%) e Amazonas (0,8%) assinalaram os avanços em julho de 2026.

O acumulado nos últimos 12 meses, ao avançar 0,6% em julho de 2026, permaneceu com resultado positivo, mas registrou ligeira perda de ritmo frente ao índice de junho de 2026 (0,7%). Em termos regionais, sete dos dezoito locais pesquisados registraram taxas positivas em julho de 2026, mas onze apontaram menor dinamismo frente aos índices de junho último. Rio de Janeiro (de 7,2% para 6,6%), Região Nordeste (de 0,6% para 0,1%), Ceará (de -1,7% para -2,1%), Pará (de -2,9% para -3,3%), Pernambuco (de 10,4% para 10,0%), Bahia (de -2,5% para -2,9%), Maranhão (de -5,6% para -6,0%) e Santa Catarina (de -0,4% para -0,7%) assinalaram as perdas mais acentuadas entre junho e julho de 2026, enquanto Rio Grande do Norte (de -9,8% para      -8,1%), Mato Grosso (de -2,9% para –1,8%), Rio Grande do Sul (de 2,8% para 3,6%) e Mato Grosso do Sul (de -5,7% para -5,0%) mostraram os principais ganhos entre os dois períodos.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)