31 de julho de 2025
ECONOMIA

CNC divulga nota após Serasa Experian informar que 9,1 milhões de empresas inadimplentes no País

Veja mais

Por Política Real com assessoria
Publicado em
Uma imagem da sede do CNC Foto: Arquivo da Política Real

(Brasília-DF, 18/08/2026)   Nessa segunda-feira, 17, o Grupo Casas Bahia anunciou que recorre agora à recuperação judicial para tentar avançar na reestruturação de suas finanças.  Também nessa segunda-feira a Serasa Experian divulgou que 9,1 milhões de empresas inadimplentes no País.

A Confederação Nacional do Comércio( CNC) divulgou nota, Confira:

Veja a nota:

Em relação ao recorde de 9,1 milhões de empresas inadimplentes no País, segundo dados da Serasa Experian divulgados hoje, o dado é mais um sinal de alerta sobre as dificuldades que vêm atingindo empresas e famílias. Dados do Banco Central também apontam que a inadimplência entre as empresas atingiu o maior patamar para meses de junho em nove anos. A maior parte dos CNPJs negativados pertence a pequenos e microempreendedores, justamente os que têm menos margem para suportar um ambiente econômico adverso. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se solidariza com cada empresário que atravessa esse momento tão difícil das suas vidas e de suas empresas.

Ao mesmo tempo, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência (Peic), da CNC, vem registrando, neste ano, níveis recordes de endividamento e, especialmente, de inadimplência dos consumidores. Em julho, 82% das famílias estavam endividadas, o que significa menos espaço no orçamento para consumir além do básico.

Para o empresário, é um alerta direto: há menos demanda, crédito caro e margens mais apertadas. Quando consumidores e empresas enfrentam dificuldades ao mesmo tempo, fica evidente que o ambiente para consumir, investir e empreender já vem se estreitando há bastante tempo.

Medidas como a renegociação de dívidas dos consumidores, embora aliviem momentaneamente, precisam estar coordenadas com ações que permitam ao Banco Central promover a queda dos juros, para que sejam dadas as condições de equilíbrio para quem consome, produz, investe e gera empregos.

A CNC seguirá atuando com firmeza em defesa das empresas do setor terciário e na promoção de um ambiente de negócios que estimule os investimentos e a geração de empregos e renda.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)