Juventude do MSF faz pixações e queima bandeiras na Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, em ato que chamam de “intervenção”
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(Brasília-DF, 13/08/2026). A juventude do Movimento dos Sem Terras (MST) e o Levante Popular da Juventude, na manhã desta quinta-feira, 13, realizaram
uma “intervenção” na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, para denunciar os impactos da política imperialista do governo norte americano. Na prática houve pixação dos muros da embaixada e foram queimadas bandeiras dos EUA.
A ação integra a 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra, no marco do ano centenário de Fidel Castro. Com ações previstas em todo o país até está quinta-feira (13), jovens do MST pautam a necessidade de recuperar o legado do lutador cubano nos territórios da Reforma Agrária Popular, no campo e cidade.
Portando cartazes inscritos: “Indústria da Guerra dos EUA = mortes, fome e a destruição da natureza”, os militantes denunciaram o país que é responsável por aproximadamente 42% das exportações globais de armas para mais de 100 países (Sipri 2019-2023), dominando o ranking do mercado internacional de armamentos pesados.
Os EUA são um dos maiores fornecedores de armas à Israel, que geraram mais de 73 mil pessoas mortas na Faixa de Gaza na Palestina, onde pelo menos 21 mil eram crianças e mais de 173 mil pessoas ficaram feridas. O MST destaca os atos na Vezezuela e dizem, em nota, que “a ganância do presidente Donald Trump pelo poder imperialista também deixou 100 mortos no ataque contra a soberania da Venezuela, além de ceifar a vida de mais 3.500 pessoas no Irã.”.
“Na ação coletiva e pacífica, a juventude organizada protesta contra a indústria bélica e política imperialista dos EUA, que são os grandes responsáveis pela morte de milhares de pessoas, pela guerra, pela fome e por bloqueios e sanções criminosas contra os povos da América Latina e do mundo:
Defendemos o direito à vida, a natureza, a paz e a soberania dos povos, com a superação desta sociedade capitalista e seguimos na construção do socialismo e da emancipação humana”, afirmam os jovens do MST.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)