Na Colômbia, onde terremoto vitimou de morte ao menos 169 pessoas, equipes trabalham na busca de sobreviventes
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Com agências
(Brasília-DF, 11/08/2026) Na manhã desta terça-feira, 11, equipes de resgate e voluntários continuam trabalhando nas buscas por sobreviventes após um forte
Eles estão tentando aproveitar ao máximo as primeiras horas após o desastre, já que as chances de encontrar sobreviventes diminuem com o tempo. Sob a luz de holofotes e lanternas, os socorristas trabalharam durante toda a madrugada.
Ao menos 169 pessoas morreram e mais de 900 ficaram feridas após o abalo sísmico, que ocorreu na segunda-feira ,10, ter sido classificado como o "mais forte da última década" pelo Serviço Geológico do país.
O tremor, que teve magnitude 7,4 segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês), foi sentido em praticamente todo o país e em partes do Panamá e do Equador, incluindo a província de Pichincha, cuja capital é Quito.
Hospitais entram em colapso em Cali
Em Cali, terceira maior cidade da Colômbia e uma das áreas mais atingidas, equipes de resgate removiam escombros com as próprias mãos em busca de sobreviventes.
Ao menos 26 pessoas morreram e 456 ficaram feridas na cidade. Os hospitais locais atingiram 100% da capacidade de atendimento, situação agravada pela evacuação de quatro grandes unidades de saúde afetadas pelos tremores.
Uma ala do Hospital Universitario del Valle Evaristo García (HUV), um dos principais centros de alta complexidade da cidade, sofreu colapso parcial. Imagens do desabamento viralizaram nas redes sociais. Os danos obrigaram a transferência de pacientes e serviços para tendas instaladas no estacionamento e nas áreas verdes do complexo hospitalar.
( da redação com informações de agências. Edição: Política Real)