31 de julho de 2025
AGRO

Geraldo Alckmin disse que o novo Plano Safra 2026 teve aumento de recursos e redução dos juros

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Por Politica Real com agências
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Geraldo Alckmin fala no lançamento do Plano Safra 2026/2027 Foto: imagem de streaming

(Brasília-DF, 30/06/2026)   O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, destacou que o Plano Safra 2026/2027 disponibiliza o maior volume de recursos da história, aliado à redução das taxas de juros para os produtores. “Esse era o objetivo, aumentar o Plano Safra e reduzir os juros”, disse.

O presidente em exercício mencionou que o agronegócio registrou crescimento recorde de 11,7% no PIB em 2025, impulsionado por sucessivas safras históricas e desempenho das exportações brasileiras.

“Batemos recorde de produção, e a expectativa para este ano é de 353 milhões de toneladas. Nós batemos recorde de exportação no ano passado, 349 bilhões de dólares, dos quais 169 bilhões foram o agro. Tem um efeito fantástico na economia, no sentido de estabilidade, no sentido de fortalecer a economia brasileira”, explicou.

Alckmin também enfatizou a evolução do Brasil como potência agroalimentar. “Há 60 anos, o Brasil era importador de alimentos. Hoje é o maior exportador de alimentos do mundo. Nós estamos entre os quatro maiores produtores do mundo e somos o primeiro em exportação de alimentos. A alimentação é um ato de paz e o Brasil é o grande celeiro do mundo”, disse.

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou que o agro é um dos grandes pilares do desenvolvimento econômico do país e ressaltou que um setor com essa relevância exige políticas públicas compatíveis com sua dimensão.  Segundo ele, o Plano Safra é um instrumento estratégico para fortalecer a produção, ampliar a competitividade e garantir segurança alimentar.

“Poucos países conseguem reunir ao mesmo tempo segurança alimentar, inovação tecnológica, sustentabilidade, competitividade de capacidade exportadora. Não por acaso, o agronegócio brasileira representa cerca de um quarto de toda riqueza produzida no país. Um entre cada quatro empregos brasileiros está ligado ao agro e quase a metade de tudo que o Brasil exporta vem do campo, gerando aproximadamente, 169 bilhões de dólares em exportações”, afirmou o ministro.

André de Paula também afirmou que o Plano Safra é a principal engrenagem do financiamento da agricultura brasileira.  “É ele que organiza o crédito para custeio, investimento e comercialização, dá previsibilidade para quem produz, ajuda a garantir alimentos mais acessíveis para a população”, registrou.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, frisou o desempenho do agronegócio nos últimos anos, marcado por sucessivas safras recordes, e apresentou um panorama das medidas adotadas pelo Governo do Brasil para garantir estabilidade e continuidade às políticas voltadas ao setor.

“Quando olho para os últimos anos, a gente percebe que o nosso agronegócio como um todo vai bem e tem nos dado safras recordes consecutivas. A cadeia do agronegócio representa hoje mais de 25% do PIB nacional. É muito importante que um setor tão expressivo da nossa economia tenha a estabilidade de Plano Safras subsequentes, o compromisso das equipes econômicas de debater temas”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, também ressaltou a importância do Plano Safra e o esforço do Governo do Brasil para fortalecer o setor agropecuário em todas as suas dimensões. “Todo esforço do governo em renovar essa grande política pública que é o Plano Safra só demonstra cada vez mais a importância que o agronegócio tem para o nosso país. Agronegócio que gera emprego e renda, e hoje tem uma importância muito grande no que diz respeito à configuração e conformação do PIB do nosso país”, destacou Motta.

Durante a cerimônia, também foram assinadas duas portarias voltadas ao fortalecimento da agropecuária brasileira. A primeira institui um Grupo de Trabalho Especial, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para avaliar os impactos do fenômeno El Niño sobre a produção agropecuária. O grupo ficará responsável por identificar as regiões e cadeias produtivas mais vulneráveis e propor medidas de mitigação, adaptação e proteção aos produtores rurais.

(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)