31 de julho de 2025
DIA DA VITÓRIA

Rússia faz uma celebração do Dia da Vitória, onde tradicionalmente mostra força, abreviada; receio de drones da Ucrânia teria sido o motivo

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Por Politica Real com agências
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Rússia celebra o Dia da Vitória Foto: imagem de streaming

Com agências

(Brasília-DF,09/05/2026) O grande assunto neste sábado,09, no Mundo era o sempre destacado. Ontem, o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, chegou a anunciar um cessar fogo entre Rússia e Ucrânia por conta da data, mas o que se viu foi Moscou realizando um o desfile do Dia da Vitória, encurtado e sem equipamento militar, com segurança reforçada devido ao receio de ataques de drones ucranianos.

Foram adotadas medidas de segurança reforçadas em Moscou antes do discurso do presidente Vladimir Putin no desfile da Praça Vermelha, dedicado à derrota da Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial há 81 anos . Ao mesmo tempo, a trégua de três dias alcançada com mediação dos Estados Unidos atenuou os receios de eventuais ataques ucranianos contra a capital russa durante as comemorações.

O chefe do Kremlin elogiou as tropas russas, afirmando que elas "enfrentam uma força agressiva armada e apoiada por todo o bloco da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)".

"A vitória sempre foi e sempre será nossa", disse Putin, frente a colunas de soldados. "A chave do sucesso é nossa força moral, coragem e bravura, nossa unidade e capacidade de resistir a tudo e superar qualquer desafio."

O Dia da Vitória, feriado secular mais importante da Rússia, tradicionalmente serve para o Kremlin exibir poderio militar.

Mas, neste ano, pela primeira vez em quase duas décadas, o desfile ocorreu sem tanques, mísseis e outras armas pesadas, com exceção do tradicional sobrevoo de jatos de combate.

Desfiles menores são normalmente realizados em outras partes do país. Desta vez, muitos deles também foram reduzidos ou até cancelados por razões de segurança.

Mísseis só no telão

Armamentos como o míssil balístico intercontinental Yars, o novo submarino nuclear Arkhangelsk, a arma a laser Peresvet, o caça Sukhoi Su-57, o sistema de defesa antiaérea S-500, além de diversos drones e peças de artilharia, foram exibidos em telões e na televisão estatal.

O evento de 9 de maio celebra a vitória da União Soviética (URSS) sobre a Alemanha nazista, prestando homenagem aos 27 milhões de cidadãos soviéticos, incluindo muitos da Ucrânia, que morreram na guerra.

Soldados e marinheiros, alguns dos quais serviram na Ucrânia, marcharam e comemoraram. Enquanto isso, Putin se sentava ao lado de veteranos russos, à sombra do Mausoléu de Vladimir Lenin. Tropas norte-coreanas, que combateram forças ucranianas na região russa de Kursk, também desfilaram.

A Rússia, que invadiu a Ucrânia em 2022, havia alertado que qualquer tentativa da Ucrânia de interromper o desfile levaria a um ataque maciço com mísseis contra Kiev. O Kremlin informou a diplomatas estrangeiros que deveriam retirar funcionários da capital ucraniana em caso de tal ataque

( da redação com informações de agências. Edição: Política Real)