Alexandre da Silveira diz que o Governo não dará trégua na fiscalização contra os preços abusivos nos combustíveis; já foram fiscalizados 1.192 postos de combustíveis e 52 distribuidoras
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(Brasília-DF, 20/03/2026). Durante o evento na Refinaria Gabriel Passos da Petrobras, em Betim (MG), nesta sexta-feira, 20, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o Governo do Brasil não dará trégua na fiscalização contra os preços abusivos nos combustíveis no país. Segundo Silveira, nos últimos três dias 1.192 postos de combustíveis e 52 distribuidoras foram investigadas.
Além do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a força-tarefa do Governo inclui a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Polícia Federal, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e os Procons estaduais e municipais.
"O presidente Lula chamou sua equipe e determinou a isenção dos impostos federais do diesel no Brasil. Além disso, criou a subvenção para que a gente pudesse neutralizar o aumento dos preços. Mas, infelizmente, a usura, a irresponsabilidade daqueles que estão na ponta comercializando os combustíveis e os distribuidores fizeram com que a gente tivesse que avançar um passo a mais na fiscalização. Por isso, na Medida Provisória, nós estabelecemos as parcerias para que a gente consiga continuar avançando na autuação aos postos de gasolina no Brasil, combatendo o cartel através dos inquéritos que já foram instalados pela Polícia Federal nos postos de combustíveis e multando. Nós não daremos trégua um segundo sequer", disse o ministro.
Silveira também voltou a criticar a privatização da BR Distribuidora pelo último governo.
"Se não fosse o crime lesa pátria de venda da nossa BR Distribuidora, hoje nós teríamos condições de dar suprimento, de dar uma referência de preço muito mais confortável ao povo brasileiro. Por isso, as ações do Governo do Brasil não darão trégua para que a gente atravesse esse momento que não é e não está sobre o gerenciamento do Brasil. É um problema que vive o mundo inteiro, infelizmente", destacou.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)