31 de julho de 2025
ESTADOS UNIDOS/CUBA

Miguel Diaz Canel confirma negociações de Cuba com os Estados Unidos

Veja mais

Por Politica Real com agências
Publicado em
Miguel Díaz-Canel anuncia que está conversando com os EUA Foto: imagem de streaming

Com agências

(Brasília-DF, 13/03/2026)    Nesta sexta-feira, 13, presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel apareceu diante das câmeras para confirmar o que já circulava silenciosamente em Havana há dias: o governo cubano iniciará negociações com Washington, DC.

Díaz-Canel aparece em uma reunião com o neto de Raúl Castro, "El Cangrejo", antes de confirmar negociações.

As recentes negociações entre Cuba e os EUA tiveram como objetivo buscar soluções, por meio do diálogo, para as divergências bilaterais existentes entre os dois países, afirmou o presidente de Cuba Miguel Díaz‑Canel.

Durante os intercâmbios, Cuba reiterou sua disposição em conduzir o processo com base na igualdade, no respeito mútuo aos sistemas políticos e à soberania nacional, bem como ao direito de autodeterminação de cada governo.

Confira mais declarações do líder cubano:

O propósito central das conversas foi identificar quais questões bilaterais exigem soluções imediatas;

As negociações também procuraram avaliar a disposição de ambas as partes em transformar o diálogo em ações concretas em benefício dos povos de ambos os países, além de definir áreas de cooperação em segurança e paz;

Cuba não reage a campanhas especulativas e conduz esse processo com seriedade e responsabilidade, por se tratar de uma questão sensível que requer grandes esforços para fortalecer o entendimento mútuo e reduzir a confrontação.

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, pediu que os Estados Unidos abandonem os planos de um bloqueio militar e naval a Cuba e garantiu que Moscou continuará apoiando Havana em questões de soberania e segurança.

Lavrov também rejeitou as acusações infundadas de Washington de que a cooperação russo-cubana supostamente ameaça a segurança dos EUA.

( da redação com redes sociais e agências. Edição: Política Real)