Geraldo Alckmin, ao comentar a decisão de revogação do tarifaço, diz que Brasil pode melhorar a relação comercial com os Estados Unidos, “aumentar as trocas comerciais e a complementariedade econômica”
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(Brasília-DF, 20/02/2026) Nesta sexta-feira, 20, à tarde, após a divulgação de que a Suprema Corte dos Estados Unidos revogou parcialmente o tarifaço do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, comentou a decisão de declarar ilegais as tarifas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).
Para Alckmin, a decisão da Suprema Corte foi muito importante para o Brasil.
“Os Estados Unidos são o terceiro comprador do nosso país, e é o primeiro maior comprador de manufaturados, de produtos de valor agregado mais alto. Então, com isso a gente pode aumentar bastante a parceria comercial com os Estados Unidos, aumentar as trocas comerciais e a complementariedade econômica”, disse o presidente em exercício em entrevista à imprensa.
O presidente em exercício ressaltou que o tarifaço já estava sendo reduzido “fruto das conversas do presidente Lula com o presidente Trump, e da participação da iniciativa privada”. As tarifas adicionais de 10% e de 40% chegaram a onerar 37% das exportações brasileiras para os Estados Unidos. E atualmente, esse patamar estava em 22%. Entre os itens nacionais mais afetados estão café solúvel, máquinas, motores, madeira, calçados.
Alckmin destacou ainda que as negociações com o governo dos Estados Unidos vão continuar e devem crescer ainda mais. “A disposição do Brasil sempre foi do diálogo. As conversas estavam ocorrendo, e continuarão: diálogo e negociação. Essa é a orientação do presidente Lula e o Brasil caminhou bem nesse período, e entendo que nós vamos poder avançar ainda mais”, disse.
O ministro ressaltou que o comércio exterior é fundamental para o crescimento do Brasil. “O diálogo continua e acho que abriu uma avenida ainda maior para a gente poder ter um comércio exterior mais pujante, o que significa emprego e renda”, pontuou.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)