31 de julho de 2025
ECONOMIA

ECONOMIA: Confiança da Construção iniciou janeiro, e o ano, em alta, informa FGV-IBRE

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Por Política Real com assessoria
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FGV-IBRE informa seu índice sobre confiança na construção Foto: Imagem do site da FGV-IBRE

(Brasília-DF, 27/01/2026) Na manhã desta terça-feira, 27, o FGV-IBRE divulgou o seu Índice de Confiança da Construção (ICST) do FGV IBRE subiu 2,8 pontos em janeiro, para 94,0 pontos, maior nível desde março de 2025 (94,9 pontos). Na média móvel trimestral, o índice cresceu 0,8 ponto.

“Depois de fechar 2025, em queda, a Confiança setorial (ICST) volta a subir alavancada pelos dois componentes do indicador. Perspectiva de mais investimentos na infraestrutura, de contratações recordes do MCMV e as novas regras para o financiamento habitacional na média e alta renda, tudo pode ter contribuído. O custo do crédito pode ser aliviado ao longo do ano, no entanto, os problemas com a mão de obra permanecem e não devem dar trégua no ano, o que vai pôr à prova nos próximos meses essa percepção mais positiva”, destacou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE.

O ICST de janeiro refletiu melhoras no Índice de Situação Atual (ISA-CST) e no Índice de Expectativas (IE-CST). O ISA-CST avançou 2,4 pontos, para 93,4 pontos, maior nível desde março de 2025 (93,9 pontos), e o IE-CST subiu 3,0 pontos, para 94,6 pontos.

Os dois componentes do ISA-CST também avançaram: o indicador de situação atual dos negócios a cresceu 1,2 ponto, chegando aos 92,1 pontos, e o indicador de volume de carteira de contratos aumentou 3,6 pontos, para 94,9 pontos. Do lado dos componentes do IE-CST, o indicador de demanda prevista nos próximos três meses registrou alta de 5,1 pontos, alcançando 97,2 pontos, e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses teve alta menos contida de 1,0 ponto, atingindo 92,0 pontos.

O NUCI da Construção teve queda de 1,1 ponto percentual (p.p.), para 77,4%. Os NUCIs de Mão de Obra e de Máquinas e Equipamentos também recuaram 1,4 e 0,6 p.p., para 78,4% e 73,0%, respectivamente.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)